- Jardineira: o espaço extra na parte inferior é projetado especificamente para acomodar vasos de flores ou floreiras sem que eles se projetem para a rua.
- Estética/vista: a curva proporciona uma sensação de maior amplitude no interior, permitindo que os moradores se inclinem ligeiramente para fora e olhem para a rua com mais facilidade do que permitiriam grades retas.
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23 junho, 2026
Microvarandas
Estas grades curvas nas janelas são comumente conhecidas como grades de estilo espanhol (ou francês). Elas servem a dois propósitos principais:
12 julho, 2025
Decoração incomum
Na Prefeitura de Copenhague, há um pequeno demônio que guarda a democracia.
A propósito de nada e de tudo.
07 março, 2025
A paciência das coisas comuns
Tenho pensado como Pat Schneider pensa
sobre a paciência das coisas comuns.
(E o que é mais generoso do que uma janela?)
Pois havia em minha casa basculantes
que eram como a gente tratava na intimidade
uma janela de vidros basculantes.
sobre a paciência das coisas comuns.
(E o que é mais generoso do que uma janela?)
Pois havia em minha casa basculantes
que eram como a gente tratava na intimidade
uma janela de vidros basculantes.
17 setembro, 2018
Janelas da matemática
Objetivo:
Encontrar duas janelas com o mesmo formato cujas áreas somadas correspondam ao da área de uma terceira janela.
Voilà!
Encontrar duas janelas com o mesmo formato cujas áreas somadas correspondam ao da área de uma terceira janela.
Voilà!
22 outubro, 2015
O que é visto e o que não é visto
Você já ouviu falar na falácia da janela quebrada?
É um exemplo maravilhoso de como as consequências não intencionais não só se aplicam nas atividades de negócios e regulamentações governamentais como também nas pessoas, individualmente.
A falácia da janela quebrada foi introduzida pelo economista francês Frederic Bastiat, em 1850, em seu ensaio "Ce qu'on voit et Ce qu'on ne voit pas" (O que se vê e O que não se vê). V. RESENHA
É uma parábola sobre o filho de um lojista que, acidentalmente, quebra uma janela na loja de seu pai. Um espectador penaliza-se com a sorte do lojista, mas explica que a janela quebrada é realmente uma bênção, porque agora o vidraceiro vai ganhar algum dinheiro. Como resultado, o vidraceiro decide comemora o bom trabalho realizado, com uma parada no café local onde pede uma rodada de espressos para sua equipe.
Em suma, uma janela solitariamente quebrada foi uma bênção para a comunidade. As pessoas estão trabalhando, o dinheiro está trocando de mãos e todo mundo se beneficiou com o descuido do menino.
Isto, como Bastiat alude no título de seu ensaio, é o que é visto. É também o ponto em que a maioria das pessoas se detêm em sua análise. Detendo-se na superfície, elas tendem a ignorar o que é "invisível".
Mas o que não é visto nesta cidade da janela quebrada? Quais são as consequências não intencionais? E se o dono da loja tinha planejado encomendar um novo par de sapatos para a esposa, mas agora, por causa da despesa para consertar a janela quebrada, ele não pode mais se dar a esse luxo? Quem perde aqui?
Bem, a esposa, mas também o sapateiro. O dinheiro que teria ido para o sapateiro agora está sendo gasto em outro lugar. Assim, a janela quebrada ajuda o vidraceiro - isto é bastante visível - mas prejudica o sapateiro que perde a encomenda. Isto é o que não é visto.
RESENHA
Livro escrito na época da Revolução Francesa e do despontar da Revolução Industrial num estilo direto, onde se misturam comparações pedagógicas com fábulas satíricas, procurando pôr a claro os principais sofismas e mitos urbanos que circulavam, e ainda circulam, em torno dos conceitos de Estado, riqueza, socialismo, solidariedade, intervencionismo, imposto etc. Um sucesso que resistiu à prova do tempo. Por detrás do estilo leve o leitor encontrá o rigor e a independência de quem procura analisar todas as consequências de um ato, de uma teoria, de um hábito, de uma lei, e não supor simplesmente que elas são boas porque as intenções parecem boas. O renovamento atual do seu sucesso deve-se seguramente à semelhança entre a época em que Fréderic Bastiat viveu e a época atual: à sua Revolução Industrial poderemos substituir a nossa Revolução Informática, à sua Revolução Francesa poderemos substituir a nossa Mundialização.
É um exemplo maravilhoso de como as consequências não intencionais não só se aplicam nas atividades de negócios e regulamentações governamentais como também nas pessoas, individualmente.
A falácia da janela quebrada foi introduzida pelo economista francês Frederic Bastiat, em 1850, em seu ensaio "Ce qu'on voit et Ce qu'on ne voit pas" (O que se vê e O que não se vê). V. RESENHA
É uma parábola sobre o filho de um lojista que, acidentalmente, quebra uma janela na loja de seu pai. Um espectador penaliza-se com a sorte do lojista, mas explica que a janela quebrada é realmente uma bênção, porque agora o vidraceiro vai ganhar algum dinheiro. Como resultado, o vidraceiro decide comemora o bom trabalho realizado, com uma parada no café local onde pede uma rodada de espressos para sua equipe.
Em suma, uma janela solitariamente quebrada foi uma bênção para a comunidade. As pessoas estão trabalhando, o dinheiro está trocando de mãos e todo mundo se beneficiou com o descuido do menino.
Isto, como Bastiat alude no título de seu ensaio, é o que é visto. É também o ponto em que a maioria das pessoas se detêm em sua análise. Detendo-se na superfície, elas tendem a ignorar o que é "invisível".
Mas o que não é visto nesta cidade da janela quebrada? Quais são as consequências não intencionais? E se o dono da loja tinha planejado encomendar um novo par de sapatos para a esposa, mas agora, por causa da despesa para consertar a janela quebrada, ele não pode mais se dar a esse luxo? Quem perde aqui?
Bem, a esposa, mas também o sapateiro. O dinheiro que teria ido para o sapateiro agora está sendo gasto em outro lugar. Assim, a janela quebrada ajuda o vidraceiro - isto é bastante visível - mas prejudica o sapateiro que perde a encomenda. Isto é o que não é visto.
RESENHA
Livro escrito na época da Revolução Francesa e do despontar da Revolução Industrial num estilo direto, onde se misturam comparações pedagógicas com fábulas satíricas, procurando pôr a claro os principais sofismas e mitos urbanos que circulavam, e ainda circulam, em torno dos conceitos de Estado, riqueza, socialismo, solidariedade, intervencionismo, imposto etc. Um sucesso que resistiu à prova do tempo. Por detrás do estilo leve o leitor encontrá o rigor e a independência de quem procura analisar todas as consequências de um ato, de uma teoria, de um hábito, de uma lei, e não supor simplesmente que elas são boas porque as intenções parecem boas. O renovamento atual do seu sucesso deve-se seguramente à semelhança entre a época em que Fréderic Bastiat viveu e a época atual: à sua Revolução Industrial poderemos substituir a nossa Revolução Informática, à sua Revolução Francesa poderemos substituir a nossa Mundialização.
19 junho, 2012
O enigma da janela
![]() |
| Autorretrato de LC |
Um cavalheiro (um nobre, digamos, para torná-lo mais interessante) tinha uma sala com apenas uma janela.
A janela era quadrada, com 3 metros de altura e 3 metros de largura, e deixava passar muita luz.
Então, ele pediu a um construtor para modificá-la, de modo a reduzir à metade a iluminação da sala. Mas a janela tinha de continuar com 3 metros de altura e 3 metros de largura.
Como ele fez isso?
Lembre-se de que ele não tinha permissão para usar cortinas, persianas, vidro colorido etc.
(formulado por Lewis Carroll)
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