No futuro imaginado em 1910 pelo ilustrador francês Villemard, as lareiras do ano 2000 para gerar calor dispensariam a queima da lenha. Fole, tenaz, luvas termorresistentes, vassoura, pá e outros acessórios, idem.
Mas a que vemos nesta cena, brilhando intensamente, não é uma lareira elétrica como aquelas que são vistas atualmente. Leva a crer ser uma lareira radioativa.
No início do século XX, Marie Curie descobriu o rádio e outros pesquisadores começavam a trabalhar com o estranho fenômeno da radioatividade. Só tempos depois é que seriam conhecidos os efeitos perigosos dessa forma de energia.
+ Villemard
A escola do futuro, A previsão do Skype e Anjos do fogo
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19 julho, 2016
04 novembro, 2015
Anjos do fogo
Em 1910, o ilustrador francês Villemard desenhou esta (e outras cenas), imaginando como seria o mundo no ano 2000. Seus desenhos encontram-se na Biblioteca Nacional da França.
Os bombeiros chegariam literalmente voando para socorrer as pessoas e apagar as chamas.
Como é hoje
Eles usam helicópteros e escadas Magirus. Talvez o detalhe das asas não angelicais – como imaginou Villemard – tenha atrasado, pelo menos para os bombeiros, a marcha das invenções.
+ Villemard
A escola do futuro e A previsão do Skype
Os bombeiros chegariam literalmente voando para socorrer as pessoas e apagar as chamas.
Como é hoje
Eles usam helicópteros e escadas Magirus. Talvez o detalhe das asas não angelicais – como imaginou Villemard – tenha atrasado, pelo menos para os bombeiros, a marcha das invenções.
+ Villemard
A escola do futuro e A previsão do Skype
08 janeiro, 2014
Uma cronologia do futuro distante
Produzido pela BBC, Timeline of the far future é um gráfico no qual se especula sobre o que poderia suceder com a Terra, a Humanidade e o Universo, ao longo dos próximos milhares, milhões e até bilhões de anos.
O gráfico traz algumas "boas notícias". Como estas que o Microsiervos destaca:
Em cerca de 20 mil anos Chernobil será um lugar totalmente seguro, em 500 mil anos todo o plutônio atualmente utilizado nos reatores nucleares do mundo estará inerte e em um milhão de anos o vidro hoje fabricado acabará desintegrado. Mais ou menos nesse tempo, os monumentos de qualquer material levantados pelo homem não existirão mais. Exceto, talvez, a pirâmide de Gizé e pouca coisa mais.
O crepúsculo do macho
Em 5 milhões de anos o cromossoma sexual Y também haverá desaparecido. E, com ele, o homem, literalmente, pelo menos com a anatomia e a fisiologia pelas quais somos conhecidos.
N. do E.
Há 3 milhões de anos o cromossoma Y tinha cerca de 1400 genes. Agora, tem menos de 100 genes - com tendência ao desaparecimento. Esta é a conclusão de um estudo da pesquisadora australiana Jennifer Graves, o qual está sendo contestado por outro, da estadunidense Jennifer Hughes. É Jenny contra Jenny.
Carpe diem, rapaziada. Até lá, o mulherio descobrirá como lidar com esse previsível problema da nossa extinção.
O gráfico traz algumas "boas notícias". Como estas que o Microsiervos destaca:
Em cerca de 20 mil anos Chernobil será um lugar totalmente seguro, em 500 mil anos todo o plutônio atualmente utilizado nos reatores nucleares do mundo estará inerte e em um milhão de anos o vidro hoje fabricado acabará desintegrado. Mais ou menos nesse tempo, os monumentos de qualquer material levantados pelo homem não existirão mais. Exceto, talvez, a pirâmide de Gizé e pouca coisa mais.
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| Imagem: veio daqui |
Em 5 milhões de anos o cromossoma sexual Y também haverá desaparecido. E, com ele, o homem, literalmente, pelo menos com a anatomia e a fisiologia pelas quais somos conhecidos.
N. do E.
Há 3 milhões de anos o cromossoma Y tinha cerca de 1400 genes. Agora, tem menos de 100 genes - com tendência ao desaparecimento. Esta é a conclusão de um estudo da pesquisadora australiana Jennifer Graves, o qual está sendo contestado por outro, da estadunidense Jennifer Hughes. É Jenny contra Jenny.
Carpe diem, rapaziada. Até lá, o mulherio descobrirá como lidar com esse previsível problema da nossa extinção.
26 agosto, 2012
A cidade giratória
Clockwork Citiy é o conceito mais estranho de cidade que apareceu ultimamente. É quase o oposto da famosa Cidade Linear proposta por Arturo Soria y Mata, em torno de 1900, ainda que ao fundo também se pareça com ela ("faixas" para habitação, escritórios e indústria).
Na verdade, a partir de muitos pontos de vista, a cidade giratória não faria sentido:
Como a rotação afetaria seus habitantes? Ficariam tontos? Que critérios serão escolhidos para as voltas e a frequência? De onde se obteria a energia para mover toda a estrutura? Seria eficiente? Que sucederia se o mecanismo dos movimentos sofrer defeito? Como a cidade cresceria?
Enfim ... com uma lista tão interminável de "mas", talvez essa ideia seja melhor o cenário para um jogo ou um filme de ficção científica.
Na verdade, a partir de muitos pontos de vista, a cidade giratória não faria sentido:
Como a rotação afetaria seus habitantes? Ficariam tontos? Que critérios serão escolhidos para as voltas e a frequência? De onde se obteria a energia para mover toda a estrutura? Seria eficiente? Que sucederia se o mecanismo dos movimentos sofrer defeito? Como a cidade cresceria?
Enfim ... com uma lista tão interminável de "mas", talvez essa ideia seja melhor o cenário para um jogo ou um filme de ficção científica.
Clockwork City. Publicado por Alvy em 18/07/2011 no Microsiervos
Brasília - DF
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