Carybé, pseudônimo de Hector Julio Páride Bernabó, foi um artista argentino-brasileiro. Nascido em Buenos Aires em 7 de fevereiro de 1911 e falecido em Salvador em 2 de outubro de 1997.
O argentino mudou-se para Salvador em 1949, onde se estabeleceu como artista e escritor, além de pesquisador da cultura afro-brasileira. Ele ficou fascinado pela cultura e pelo folclore da Bahia, que passou a retratar em sua obra artística.
Uma das técnicas artísticas mais marcantes de Carybé foi a criação de painéis de concreto que se tornaram referência na arte moderna brasileira. A habilidade do artista é resultado da união entre uma técnica apurada com o conhecimento profundo da cultura do povo baiano.
A obra acima (As Três Raças) foi criada em 1987 e está localizada na entrada da Fundação Casa de Jorge Amado, no centro histórico de Salvador, Bahia. É composta por três painéis que representam as três raças presentes na história e na formação da Bahia e do Brasil. À esquerda, temos a figura de um homem europeu, no centro, um homem africano e à direita, um homem indígena.
Kalil Fagundes / ARQBAHIA
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10 maio, 2023
20 abril, 2016
Navios de concreto
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| Imagem: Ted Silvera, The Presurfer |
Muito antes da guerra, em 1848, Joseph-Louis Lambot, o inventor de concreto armado, tentou – com sucesso – construir um pequeno barco de ferrocimento. Em pouco tempo, barcaças de ferrocimento estavam cruzando regularmente os canais da Europa, e, assim que o século chegou ao fim, um engenheiro italiano fez o primeiro navio de concreto.
18 junho, 2014
Você abraçou um pilar de concreto hoje?
Neste artigo, cujo título (traduzido) é também o desta postagem, Bill Gates faz uma resenha sobre "Making the Modern World: Materials and Dematerialization", de Vaclav Smil, um livro sobre cimento, ferro, alumínio, papel e outros materiais. Com dados curiosos "que farão com que você aprecie algumas coisas da vida moderna – de um modo especial".
Microposts
Pequena versão para Star Wars, O que as escolas não ensinam e Linus x Microsoft x Apple
Have You Hugged a Concrete Pillar Today, The Blog of Bill Gates
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14 abril, 2014
O concreto romano
Cientistas do Berkeley Lab descobriram o segredo do material usado nas construções da antiga Roma, muitas das quais ainda estão de pé depois de dois mil anos. Compare esta durabilidade com a do concreto moderno, que é projetado para durar de 50 a 100 anos, que você avaliará a importância desse achado.
São ingredientes do concreto romano: cinzas vulcânicas, cal e água do mar.
Além da durabilidade, a fórmula romana do concreto é interessante do ponto de vista ecológico, pois exige muito menos energia no processo de fabricação.
Fazer o cimento Portland, utilizado no concreto moderno, produz uma enorme quantidade de CO2 (7 por cento da quantidade que a indústria coloca no ar). Acontece que os romanos, cozendo seus ingredientes a temperaturas mais baixas, reduziam a quantidade de combustível queimado e, consequentemente, as emissões de gás carbônico.
Se você ficou intrigado com esta descoberta, como eu fiquei, acesse aqui para mais informação.
São ingredientes do concreto romano: cinzas vulcânicas, cal e água do mar.
Além da durabilidade, a fórmula romana do concreto é interessante do ponto de vista ecológico, pois exige muito menos energia no processo de fabricação.
Fazer o cimento Portland, utilizado no concreto moderno, produz uma enorme quantidade de CO2 (7 por cento da quantidade que a indústria coloca no ar). Acontece que os romanos, cozendo seus ingredientes a temperaturas mais baixas, reduziam a quantidade de combustível queimado e, consequentemente, as emissões de gás carbônico.
Se você ficou intrigado com esta descoberta, como eu fiquei, acesse aqui para mais informação.
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