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08 outubro, 2024

O primeiro sutiã

Alice McFlurry, Mastodon
Quando eu tinha cerca de treze anos, todas as minhas amigas tinham ganho mamas e, consequentemente, sutiãs giros. Eu não tinha mamas, mas também queria um sutiã giro, por isso implorei à minha mãe que me comprasse um, e ela o fez.
Então, passei a ter um sutiã, mas não tinha muito o que pôr lá dentro. Por isso, comecei a experimentar enchê-lo com lenços de papel e meias, até que finalmente percebi que as ombreiras dos anos 80 da minha mãe seriam perfeitas. E roubei um par de ombreiras dela para pôr em meu sutiã.
Isto correu bastante bem durante uma semana, e eu estava a sentir-me muito bem. Até que ouvi minha mãe chamar-me do porão com um preocupado "Aaaaaaalice?".
Fiquei preocupada que ela se tivesse magoado, por isso corri ao porão, onde a encontrei de pé, a balançar o meu sutiã, abanando-o até que uma de suas ombreiras caiu.
Fiquei absolutamente mortificada, e o silêncio pareceu prolongar-se durante horas. Mas ela, em seguida, começou a rir-se com um olhar de "WTF (*), Alice, sua pequena esquisita".
Depois, finalmente, disse:
"Sabias que já fazem sutiãs com almofadas incorporadas, certo?"

(*) É a abreviação para a expressão em inglês "What the Fuck", gíria muito utilizada para alguém que não compreende alguma coisa.

Ver também: O sutiã

23 outubro, 2019

📞Adolescentes reagem a telefones de disco

Um interessante vídeo de desatualização tecnológica que mostra como adolescentes reagem ao serem apresentados a telefones de disco:



Leitorado do YT
Qual lugar abandonado por Deus ainda tem telefones fixos analógicos?
Não poder bater o telefone quando estou com raiva, eu sinto falta disso.
A parte mais engraçada foi não pegar o receptor.
E quando pegam, eles botam de volta no gancho como se fosse para reinicializar.
Dê-lhes tempo suficiente e eles conseguirão discar as obras completas de Shakespeare.
Imagine dar a um advogado de Nova York de 50 anos um martelo e uma bigorna e, em seguida, pedir a ele que calce um cavalo. Exceto pelo processo que você receberia, os resultados seriam os mesmos!

Crianças reagem a máquinas de escrever

11 julho, 2015

Habilitando-se...

Um adolescente que havia passado no exame de habilitação para dirigir perguntou a seu pai quando começaria a usar o carro.
Seu pai lhe propôs que fizessem um acordo:
"Você melhora suas notas no colégio, estuda a Bíblia um pouco e corta esse seu cabelo. Então, falamos sobre o carro."
O menino pensou por um momento e decidiu concordar com a proposta.
Depois de um mês, seu pai lhe disse:
"Filho, você melhorou suas notas, eu tenho observado que vem estudando a Bíblia, mas estou decepcionado com você porque ainda não cortou o cabelo."
O menino respondeu:
"Sabe, pai, eu estive pensando sobre o assunto. Em meus estudos bíblicos, eu observei que Sansão, Moisés e João Batista tinham cabelos longos. Além disso, há uma forte evidência de que Jesus teria o cabelo comprido."
E o pai:
"Mas você não notou que eles iam a todos aqueles lugares... a pé ?"

New teen driver, Bits and Pieces

01 junho, 2015

O desafio da borracha

Os estudantes de uma escola secundária de Connecticut não estão usando lápis somente para tomar notas. Alguns estão esfregando a pele de seus braços e pernas com borrachas de lápis até o ponto da mutilação.
Os administradores da escola em Bethel Middle School enviaram recentemente uma carta aos pais dos alunos pedindo que eles conversem com seus filhos sobre um jogo perigoso chamado de desafio da borracha (eraser challenge).
O jogo, explica a carta, envolve crianças que fazem o "apagamento" da pele, enquanto pronunciam as letras do alfabeto (com uma palavra para cada letra). Assim que chegam ao "Z" (de zombie), eles param e, em seguida, compararam os danos que a fricção com a borracha causou na pele.
Como eles compartilham as borrachas, a prática pode ser preocupante para a saúde, pois eles podem compartilhar também os fluidos corporais.
"Muitos terminam o desafio com ferimentos graves em seus braços", diz a professora Doris Murphy. Ela acredita que a pressão dos colegas é a força propulsora responsável pela propagação do jogo.
No entanto, o desafio não é um problema isolado de uma escola secundária em Connecticut. Uma pesquisa no YouTube mostra vídeos de adolescentes em todo o país que lesionam-se a si mesmos com borrachas. Além disso, há relatórios que revelam que o jogo já é praticado há tempos.
N. do E.
O desafio Charlie, Charlie não passa de uma inocente brincadeira diante do desafio da borracha. Feito com dois lápis cruzados sobre uma folha de papel com respostas à disposição de um suposto espírito, o Charlie no máximo provoca algum susto ou carreira nos praticantes. Acha John Walkenbach que um sopro sutil já explica 95 por cento dos casos, ficando os 5 por cento restantes para os demônios em geral. Concordo com ele.
Paulo Gurgel
Comentário
Não sou freudiano porque não acredito na psicanálise, que considero pseudociência, mas alguma coisa deve estar errada em uma sociedade onde tantos de seus jovens demonstram tão frequentemente ímpetos destrutivos e, principalmente, autodestrutivos.
Crianças e adolescentes suicidas, com "experimentos" sado-masoquistas como este eraser challenge, ou a se cortar com giletes, ou a atirar contra colegas de escola, não são coisas para se negligenciar. Algo tem que estar profundamente errado na sociedade, para que tantos jovens, comprovadamente o segmento social mais emocionalmente vulnerável nas sociedades, queiram destruir a si e ao mundo que os rodeia.
Roberto F da Costa, do blog Ciência, Política e Religião

19 março, 2015

Criminalizar resolve?

por Fernando Gurgel Filho, de Brasília
Creio que somente as sociedades imaturas tentem resolver seus problemas sociais criminalizando atos individuais que, por não serem corriqueiros nem aceitos de forma natural, tomam uma proporção alarmante na mente dos formadores de opinião e acabam gerando desconforto a quem gostaria "de fazer alguma coisa", mas não sabe o que fazer e acaba fazendo o que lhe parece mais simples, mais rápido e, quase sempre, o mais inadequado possível.
No Brasil, temos leis penais que podem ser enquadradas nestes casos. Algumas, apenas criam criminosos sem resolver o problema social inerente ao crime que pretendem erradicar. Outras, além de criar criminosos desnecessariamente, são totalmente inócuas por não alcançarem um número que justifique a criminalização do ato.
Na minha opinião, as leis que tratam dos graves problemas dos entorpecentes e do aborto podem ser enquadradas no primeiro caso. A redução da maioridade penal, no segundo.
De qualquer forma, em ambos os casos, são leis que apenas potencializam o problema social, aumentando a periculosidade dos indivíduos apenados e ampliando o alcance do problema para camadas da sociedade que, sem a criminalização pura e simples, não teria como se "beneficiar" de seus efeitos.
Apenas para exemplificar, com um exemplo simples e contundente, podemos citar o caso da famosa "Lei Seca" americana: "O efeito causado pela lei foi totalmente contrário ao que era esperado. Em vez de acabar com o consumo de álcool, e com os problemas sociais relacionados, entre outros, a lei gerou a desmoralização das autoridades, o aumento da corrupção, as explosões da criminalidade em diversos estados e o enriquecimento das máfias que dominavam o contrabando de bebidas alcoólicas. O ponto de encontro das pessoas que bebiam eram os bares clandestinos localizados em espaços subterrâneos, com o objetivo de não chamar a atenção". Fonte: Wikipedia
No caso da redução da maioridade penal, segundo algumas instituições de proteção ao menor e ao adolescente no País, de cerca de 20 milhões de menores e adolescentes aqui existentes, 0,1%, ou seja, 20 mil cumprem medidas sócio-educativas, e destes, cerca de 2 mil – 0,01% do total de menores – respondem por homicídios.
Segundo a Unicef: "Os dados de 2009 revelam que, para cada mil pessoas de 12 anos, 2,61 serão assassinadas antes de completarem a adolescência. Esse número aumentou para 2,98 em 2010, o que representa um aumento inquietante da violência letal contra adolescentes no Brasil", Fonte: Homicídios na Adolescência no Brasil, UNICEF
Vejam a proporção: 0,01% de crianças e adolescentes matam, quase 0,03% morrem. E os motivos são os mesmos: pobreza, exclusão social, falta de oportunidades, corrupção e violência praticada pelos pais, policiais, meios em que vivem. Em suma: completa ausência do Estado que lhes dê amparo e os proteja.
Os graves problemas sociais que geram essas estatísticas serão corrigidos se a sociedade aumentar a penalidade para esses menores e adolescentes já condenados, por antecipação, à pena de morte?

06 junho, 2012

Um banco de parque para adolescentes

Não é o parque, é o banco que é especial para adolescentes.
Os adolescentes de uma cidade alemã, no sudoeste de Eppelheim, gostam de sentar-se como fazem os adolescentes de outras partes do mundo. Colocam seus traseiros gordos no topo dos bancos enquanto vão emporcalhando os bancos com seus sapatos sujos.
Havia muitas queixas dos moradores da cidade. O prefeito Dieter Moerlein, então, teve a ideia de mandar colocar um assento especial no topo dos bancos. Com isso, já despertou o interesse de outras cidades da região, as quais agora pensam em "importar" a solução.
Aqui está o prefeito demonstrando a sua invenção:

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01 março, 2011

Que é POS?

É o código utilizado pelos adolescentes, nas redes sociais da internet, para indicar que há risco de as mensagens por eles trocadas serem, naquele instante, lidas também por seus pais.
É o acrônimo da expressão Parent Over Shoulder.