Refere-se a uma curiosidade histórica bem-humorada sobre Dom Pedro II, o último imperador do Brasil, que tinha o hábito de assinar e escrever seu próprio nome em monumentos históricos durante suas viagens internacionais. Assim como outros viajantes da época, Dom Pedro II tinha a mania de grafitar o próprio nome pelos locais onde passava
No século XIX, esse tipo de marcação era comum entre viajantes e exploradores da elite para registrar sua passagem, diferindo do conceito moderno de pichação urbana e vandalismo. No Egito, Dom Pedro II escreveu o nome nas pedras externas da Pirâmide de Quéops, no sarcófago da mesma pirâmide e em uma ruína próxima de onde ele acampou. Além dessa, deixou uma inscrição numa rocha em Imatra, na Finlândia, em agosto de 1876.
No século XIX, esse tipo de marcação era comum entre viajantes e exploradores da elite para registrar sua passagem, diferindo do conceito moderno de pichação urbana e vandalismo. No Egito, Dom Pedro II escreveu o nome nas pedras externas da Pirâmide de Quéops, no sarcófago da mesma pirâmide e em uma ruína próxima de onde ele acampou. Além dessa, deixou uma inscrição numa rocha em Imatra, na Finlândia, em agosto de 1876.
No Ano-Novo de 1877, ele estava desbravando as cataratas do rio Nilo quando anotou em seu diário, no dia 1º:
"No ponto mais alto do rochedo de Abousihr deixei a seguinte inscrição: 1º de jan. 1877, D. Pedro d’Alcântara, V. de Bom-Retiro, Artur T. de Macedo Brésiliens."
Repercussão atual
O tema frequentemente vira meme e debates na internet sobre o monarca ser "o primeiro pichador brasileiro".
Fontes: Veja, Aventuras da História e Instagram
Fontes: Veja, Aventuras da História e Instagram