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02 novembro, 2021
Memento mori - 3
Pelo amor de Deus (For the Love of God) é uma escultura do artista Damien Hirst produzida em 2007. Ela consiste em um molde de platina de um crânio humano do século 18, incrustado com 8.601 diamantes perfeitos, incluindo um diamante rosa em forma de pera localizado na testa que é conhecido como o Diamond Star Skull. [1] Os dentes do crânio são originais e foram comprados por Hirst em Londres. A obra de arte é um memento mori, ou um lembrete da mortalidade do espectador.
09 outubro, 2021
Hans Holbein, o pai da pintura anamórfica
Esta é The Ambassadors (1533), a célebre pintura de Hans Holbein, o Jovem. O quadro faz parte do acervo da National Gallery de Londres.
Apresenta símbolos de exploração dignos de nota, mas o que é mesmo aquele estranho elemento inclinado em sua parte inferior?
Se você visualizar a tela de um ângulo fechado, a imagem se transforma em uma caveira.
É um dos primeiros exemplos de perspectiva anamórfica, uma invenção do início da Renascença. Pensa-se que Holbein pretendia que a pintura fosse pendurada em uma escada, de onde as pessoas ao olharem a imagem do ângulo adequado (do alto do lado direito ou de baixo do lado esquerdo) teriam uma tétrica surpresa.
Ilusões anamórficas
25 março, 2019
Museu Nacional Vive - Arqueologia do Resgate
No Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro-RJ, está acontecendo desde 27 de fevereiro a exposição Museu Nacional Vive - Arqueologia do Resgate.
Trata-se de uma demonstração para o público do acervo do Museu Nacional recuperado após o incêndio de setembro de 2018. Das 170 peças exibidas na exposição, 103 estavam no edifício no dia em que ele pegou fogo. São coleções de antropologia, etnologia, entomologia, geologia, paleontologia ... Está ali, por exemplo, uma reprodução do famoso crânio de Luzia (foto), o esqueleto mais antigo descoberto na América.
O conhecido Bendegó, o maior meteorito já encontrado no Brasil, de cinco toneladas e que resistiu ao incêndio do Museu, não está na mostra.
O CCBB fica na rua Primeiro de Março, 66, no Centro do RJ, estando aberto à visitação de quarta à segunda, das 9 às 21 horas, até o dia 29 de abril. A entrada é franca.
Trata-se de uma demonstração para o público do acervo do Museu Nacional recuperado após o incêndio de setembro de 2018. Das 170 peças exibidas na exposição, 103 estavam no edifício no dia em que ele pegou fogo. São coleções de antropologia, etnologia, entomologia, geologia, paleontologia ... Está ali, por exemplo, uma reprodução do famoso crânio de Luzia (foto), o esqueleto mais antigo descoberto na América.
O conhecido Bendegó, o maior meteorito já encontrado no Brasil, de cinco toneladas e que resistiu ao incêndio do Museu, não está na mostra.
O CCBB fica na rua Primeiro de Março, 66, no Centro do RJ, estando aberto à visitação de quarta à segunda, das 9 às 21 horas, até o dia 29 de abril. A entrada é franca.
02 novembro, 2013
Memento mori
É uma expressão latina que significa "lembre-se de que você vai morrer" ou, traduzida ao pé-da-letra, "lembre-se da morte". Este tipo de pensamento é muito utilizado em literatura, principalmente em literatura barroca, e no teatro.
Quando o compositor polaco André Tchaikowsky morreu em 1982, ele deixou o seu crânio para a Royal Shakespeare Company na esperança de que ele poderia aparecer como Yorick em uma produção de "Hamlet".
Ninguém se sentia à vontade para cumprir esse desejo até que David Tennant usou o crânio numa apresentação em Stratford-upon-Avon em 2008. Ele continuou a usá-lo durante muito tempo, inclusive em uma adaptação de "Hamlet" para a televisão.
"O crânio de André era um profundo memento mori, o que talvez nenhum outro crânio conseguisse representar", disse o diretor Gregory Doran. "Espero que outras produções possam, com o maior respeito por André, a continuar usando o seu crânio como ele pretendia que fosse utilizado, precisamente para esse efeito."
Matar ou morrer, Um esqueleto para Michael Jackson, O Guinness-YouTube e A Morte
Quando o compositor polaco André Tchaikowsky morreu em 1982, ele deixou o seu crânio para a Royal Shakespeare Company na esperança de que ele poderia aparecer como Yorick em uma produção de "Hamlet".
Ninguém se sentia à vontade para cumprir esse desejo até que David Tennant usou o crânio numa apresentação em Stratford-upon-Avon em 2008. Ele continuou a usá-lo durante muito tempo, inclusive em uma adaptação de "Hamlet" para a televisão.
"O crânio de André era um profundo memento mori, o que talvez nenhum outro crânio conseguisse representar", disse o diretor Gregory Doran. "Espero que outras produções possam, com o maior respeito por André, a continuar usando o seu crânio como ele pretendia que fosse utilizado, precisamente para esse efeito."
Bis, Futility Closet
Para ler ou não lerMatar ou morrer, Um esqueleto para Michael Jackson, O Guinness-YouTube e A Morte
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