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16 abril, 2016

A loucura de Seward

Em 1867, os Estados Unidos compraram o Alasca da Rússia por US $ 7,2 milhões. Na época, a aquisição foi popularmente considerada uma "loucura de Seward" (do Secretário de Estado William Henry Seward), por ser aquela terra congelada tida como de valor desprezível.
A descoberta de seus recursos naturais, no entanto, levou a sabedoria convencional a considerar que a compra do Alasca foi um grande negócio.
Com este cheque (reprodução) o Alasca foi comprado:


É o Treasury Warrant # 927. Com ele, o governo dos Estados Unidos comprou o Alasca do Czar da Rússia, em 30 de março de 1867. O documento instrui o Tesouro a dar a Edouard de Stoeckl, o representante do Czar, US $ 7,2 milhões. Este pagamento, de acordo com o tratado, era para ser feito em ouro.
Por cerca de 2 centavos de dólar por acre, era um espetacular negócio de terras. Mas, como já observado anteriormente, nem todos os economistas pensavam que aquele "deserto congelado" realmente valesse o custo.
A exemplo do economista David Barker que argumenta que os EUA experimentaram uma perda líquida, como resultado da compra, e que teria sido melhor se o Canadá tivesse economicamente absorvido o Alasca.
"Já, assim foi dito, fomos sobrecarregados com um território sem termos uma população para ocupá-lo. O preço de compra foi pequeno, mas as despesas anuais de administração, civil e militar, são grandes e contínuas. O território incluído na cessão proposta não é contíguo ao domínio nacional. Fica longe, a uma distância inconveniente e perigosa. O tratado foi secretamente preparado, assinado e impingido ao país à uma hora da manhã. Foi um ato escuro feito na noite. O New York World disse ter sido um 'laranja chupada'. O Alasca não continha então nada de valor, apenas animais peludos, e estes tinham sido caçados e já estavam quase extintos. Exceto pelas ilhas Aleutas e por uma estreita faixa de terra que se estende ao longo de sua costa sul, não valia a pena nem como presente. E até o ouro ser encontrado no território, muito tempo iria decorrer para ele ser abençoado com as prensas de impressão Hoe, as capelas metodistas e uma polícia metropolitana. É um deserto congelado."

Check #927, TYWKIWDBI ("Tai-Wiki-Widbee")

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Inserido em 27 setembro, 2019
Por que a Rússia vendeu o Alasca por tão pouco dinheiro?, Quora
Autor: Eugene Frolov (texto original)
Tradutor: Juliano Righetto

18 janeiro, 2013

Cheques de aço

Em 1932, a Lincoln Electric Company realizou um concurso de redação sobre as virtudes da soldagem a arco. Os três vencedores do concurso receberam seus prêmios de uma forma bastante incomum.
Três cheques, de 7500, 3500 e 1500 dólares, respectivamente, emitidos em chapa de aço de 1/8 de polegada. Cada cheque tinha 24 centímetros de comprimento por 10 centímetros de largura. Soldadores da companhia encarregaram-se de preenchê-los com os dados relativos a cheques, poupando o tesoureiro desse trabalho.
Por fim, o presidente da companhia, JC Lincoln, assinou-os e os premiados endossaram, tudo por soldagem a arco, é claro.


Após descontados numa agência bancária, esses cheques foram devolvidos ao emitente para que fossem inutilizados com o auxílio de uma metralhadora.
Hard Money, Greg Ross. In: Futility Closet

Poderá também gostar de ver
Com fundos e o slideshow A ARTE EM CHEQUES.

02 julho, 2011

A arte em cheques

Recebi por e-mail as imagens de alguns "cheques". Elas me foram enviadas por Marcelo Gurgel, com a sugestão de que fossem reunidas em um slideshow.
Antes disso, pesquisei na internet informações sobre os subscritores dos tais "cheques".
E encontrei um site que apresenta uma fantástica quantidade deles, resultante das remessas de muitos colaboradores.
Trata-se de The Playcheck, não deixe de acessá-lo após ver esta apresentação.