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06 novembro, 2021

A menor fronteira do mundo

Até 1934, Peñón de Vélez de la Gomera era uma pequena ilha espanhola na costa do Norte da África. Mas então uma tempestade levou areia suficiente para dentro do canal de modo a criar um istmo na costa marroquina.
Portanto, agora a ilha é um enclave espanhol em uma península, e as duas nações compartilham a fronteira mais curta do mundo (85 metros). 

Vista da possessão espanhola Peñón de Vélez de la Gomera
(Wikimedia Commons)

27 abril, 2021

Hambúrguer e fritas

Quando se viaja em um país estrangeiro há momentos em que se sente a falta de uma comida familiar. Visitando Marrocos, o correspondente japonês  Masanuki Sunakoma resolveu comer algo mundialmente conhecido.
O hambúrguer é uma escolha segura, pensou Masanuki. Batatas fritas, também.
Então, imagine a surpresa quando seu pedido de "hambúrguer e batatas fritas" ficou pronto em um restaurante marroquino.
Bem, não foi exatamente como ele queria.


Slideshow HAMBÚRGUERES

26 junho, 2020

A moeda que veio do céu

Melhor dizendo: a moeda com algo que veio do céu.
O condrito extraterrestre que foi colocado no centro desta moeda foi obtido de um meteorito que caiu em Marrocos, em 2005. A rocha espacial se partiu em múltiplos pedaços quando entrou na atmosfera da Terra.
A moeda em si foi cunhada em uma forma côncava para representar a cratera de um metorito.


Condritos. São os meteoritos mais comuns. Estão presentes em cerca de 86% das quedas testemunhadas de meteoritos.

07 abril, 2018

Quantos filhos um homem pode ter?



Todos os dias era Dia dos Pais para Moulay Ismael (1672-1727), o Imperador de Marrocos, que teria gerado 888 crianças. Lisa Oberzaucher e Karl Grammer, em seu artigo "O caso de Moulay Ismael - Fato ou fantasia?", concluem que Moulay, ao longo de sua vida reprodutiva, teve possivelmente um número maior de filhos.
https://doi.org/10.1371/journal.pone.0085292.t001

Ver também:
O Padre de Trancoso

08 junho, 2017

Homo sapiens é 100 mil anos mais velho do que se acreditava

AFP - Fósseis de Homo sapiens com 300 mil a 350 mil anos de idade, descobertos no Marrocos, fizeram recuar em mais de 100 mil anos a data da origem de nossa espécie, segundo dois estudos publicados nesta quarta-feira (7) na revista "Nature".
"Esta descoberta representa a origem da nossa espécie, o Homo sapiens mais velho já encontrado na África e em qualquer outro lugar", explica o francês Jean-Jacques Hublin, diretor do departamento de Evolução humana do Instituto Max Planck em Leipzig (Alemanha) e coautor do estudo.
Os fósseis foram descobertos em Jebel Irhoud, a cerca de 100 quilômetros de Marrakesh, durante a década de 1960, ao lado de ossos de animais e ferramentas de pedra. Originalmente, estes fósseis foram datados como tendo cerca de 40 ml anos de idade e eram considerados como uma forma de Neanderthal da África. Mas análises feitas posteriormente colocaram em dúvida estas conclusões.
Hublin e sua equipe analisaram os fósseis e identificaram diversas características - incluindo as morfologias facial, mandibular e dentária - similares aos humanos modernos recentes. Com base nessas análises, os autores sugerem que os hominídeos de Jebel Irhoud fazem parte das primeiras fases evolucionárias do Homo sapiens.
Até então, o fóssil mais antigo atribuído a uma forma moderna de Homo sapiens tinha sido datado com 195 mil anos.
Agence France Presse
Doi : 10.1038 / nature.2017.22114

VÍDEO: Assista no YouTube

21 maio, 2014

A cidade azul

Uma pequena cidade do Noroeste de Marrocos é bastante popular entre os turistas por sua cor predominantemente azul. (*)
É Chefchaouan, uma cidade de 40 mil habitantes localizada no coração das montanhas de Rif, sob as sombras de dois picos chamados Ech-Chaoua (Os Chifres).
Na década de 1930, Chefchaouan era habitada por refugiados judeus. Como parte de sua tradição, os judeus pintaram de azul suas casas, inspirados em que a mansão celestial era também azul. Embora eles não sejam mais a maioria da população, os seus atuais moradores continuam seguindo a tradição de pintar as casas e ruas da cidade com a cor azul.


(*) Mas não exclusivamente por isso. A idílica Chefchaouan é também um popular destino de compras de produtos de artesanato, queijos de cabra e da maconha que é amplamente cultivada no Norte de Marrocos.

A aldeia azul