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12 março, 2026

Não se pode explodir o Sol

"Quando a economia global depende de um recurso centralizado e combustível, os mísseis fazem mais do que simplesmente cortar o fornecimento de energia ou interromper o transporte marítimo. Eles abalam os próprios alicerces da estabilidade global." (Greenpeace)
Não se trata apenas de emissões de carbono ou metas climáticas. Trata-se de resiliência, segurança e sobrevivência.
Eis por que uma transição descentralizada, liderada por energias renováveis, é um caminho para a proteção vital e a segurança econômica:
  1. Fortalecendo a rede: Não se pode "explodir" o Sol. É incrivelmente difícil desativar uma rede descentralizada de milhões de painéis solares em telhados. A energia distribuída é inerentemente mais resistente à sabotagem do que um punhado de usinas térmicas enormes e vulneráveis.
  2. Acabar com a dependência energética: Conflitos geram bloqueios e colapsos nas cadeias de suprimentos. Um país que produz sua própria energia a partir do sol e do vento não pode ficar refém de rotas marítimas interrompidas ou da volatilidade do mercado de petróleo.
  3. Soberania econômica: Com a disparada dos preços, as nações que dependem de combustíveis importados enfrentam uma inflação devastadora. A transição para energias renováveis ​​locais funciona como uma proteção contra os impactos de guerras, mantendo os custos previsíveis para as famílias em seus momentos de maior vulnerabilidade.
  4. Descentralização como defesa: ao eliminar os "pontos únicos de falha", garantimos que hospitais, escolas e residências possam manter o fornecimento de energia mesmo que a rede elétrica nacional esteja comprometida.
Ativistas desfraldam uma faixa em frente ao Palácio Nacional da Cultura da Bulgária. 
Com os dizeres: "Nosso Sol. Nossa Força. Nosso Futuro."
© Boris Dimitrov / Greenpeace

30 setembro, 2017

Por essa eles não esperavam!

Uma "mancha de petróleo", de 24 metros de comprimento e 14 metros de largura, apareceu na manhã desta quinta-feira, 28, na porta da Total, no Rio de Janeiro.


Nós, ativistas do Greenpeace, levamos esta mancha até a frente da empresa que quer extrair petróleo próximo aos Corais da Amazônia. E, assim, colocar o bioma marinho local em risco, em caso de um derramamento.
Thiago Almeida, do Greenpeace

24 abril, 2017

O Guerreiro do Arco-íris no Brasil

No final de semana do dia 29 de abril até o feriado de 1 de maio, o Rainbow Warrior estará aberto para a visitação no Rio de Janeiro.
É o mais emblemático barco do Greenpeace, que vem ao Brasil no momento em que a organização completa 25 anos de suas atividades em nosso país.
Caso não possa comparecer nestas datas, o Rainbow Warrior estará aberto também de 4 a 6 de maio, antes de partir para sua próxima missão.
A visitação é gratuita, basta você registrar seu interesse aqui.


Corais da Amazônia, um tesouro nacional

30 março, 2017

Corais da Amazônia, um tesouro natural

Depois de 20 dias de expedição pela costa norte brasileira, o Greenpeace cumpriu a primeira parte de sua missão: mostrar ao mundo os recifes de corais da Amazônia.
Esta barreira fica na foz do Rio Amazonas - a 100 quilômetros da costa do Amapá (imagem) e a uma profundidade média de 180 metros. A estimativa inicial era de que a região dos recifes de corais da Amazônia tivesse 9,5 mil quilômetros quadrados. Nessa expedição, que não chegou a percorrer todo o território conhecido, pôde-se ver que não é só isso. Há indícios de que a área seja duas ou três vezes maior.
A barreira é um mosaico de biodiversidade formado por bancos de esponjas e de rodolitos, corais negros, crustáceos e peixes (inclusive de espécies que não se imaginava que fossem encontrados por lá, como o peixe-borboleta).
Contudo, empresas petrolíferas pretendem fazer perfurações na área da barreira, o que pode ameaçar o bioma. Para defender esta riqueza natural, o Grenpeace disponibiliza, em sua página Green Blog, uma petição em que está colhendo assinaturas.
Ontem (29), cerca de mil pessoas fizeram nas areias da praia de Copacabana uma manifestação em defesa dos corais da Amazônia.