Não se trata apenas de emissões de carbono ou metas climáticas. Trata-se de resiliência, segurança e sobrevivência.
Eis por que uma transição descentralizada, liderada por energias renováveis, é um caminho para a proteção vital e a segurança econômica:
- Fortalecendo a rede: Não se pode "explodir" o Sol. É incrivelmente difícil desativar uma rede descentralizada de milhões de painéis solares em telhados. A energia distribuída é inerentemente mais resistente à sabotagem do que um punhado de usinas térmicas enormes e vulneráveis.
- Acabar com a dependência energética: Conflitos geram bloqueios e colapsos nas cadeias de suprimentos. Um país que produz sua própria energia a partir do sol e do vento não pode ficar refém de rotas marítimas interrompidas ou da volatilidade do mercado de petróleo.
- Soberania econômica: Com a disparada dos preços, as nações que dependem de combustíveis importados enfrentam uma inflação devastadora. A transição para energias renováveis locais funciona como uma proteção contra os impactos de guerras, mantendo os custos previsíveis para as famílias em seus momentos de maior vulnerabilidade.
- Descentralização como defesa: ao eliminar os "pontos únicos de falha", garantimos que hospitais, escolas e residências possam manter o fornecimento de energia mesmo que a rede elétrica nacional esteja comprometida.
Ativistas desfraldam uma faixa em frente ao Palácio Nacional da Cultura da Bulgária.
Com os dizeres: "Nosso Sol. Nossa Força. Nosso Futuro."
© Boris Dimitrov / Greenpeace

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