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27 outubro, 2023

O jucá

"Fique perto das coisas que você ama. E leve um bastão de beisebol para o resto." 
PARSONS, Tony, jornalista britânico

O bastão ou taco de beisebol (pelo menos nos EUA, onde o referido esporte é muito popular) é a arma caseira por excelência para enfrentar o apocalipse zumbi. Não requer munição e pode ser bastante eficaz na abertura de uma picada através das hordas de mortos-vivos mal-equilibrados. Daí ser tão recomendado para entrar na composição de um kit antizumbi de boa cepa.
No Brasil, teríamos o jucá.
O jucá, essa árvore de grande porte com origem em nosso país, nativa da encosta pluvial da Mata Atlântica. 
Seu nome é oriundo do tupi yu'ká, "matar". Em alusão à sua utilização, pelos indígenas brasileiros, como matéria-prima para a produção de seus take'ups, tacapes.
Por sua dureza, o jucá também é conhecido pelo nome de "pau-ferro". Faíscas e ruídos são produzidos por machados quando se atrevem a cortá-lo, dizem.
A madeira de lei do pau-ferro é duríssima, provavelmente a mais densa e pesada das Américas. Alguns chamam-na de "ébano" brasileiro, e essa densidade altíssima faz com que a espécie, especialmente em parques, seja constantemente atingida por raios.
Portanto, escolham: os raios ou os zumbis.
Um dia ainda me meto a falar da aroeira. Cujo cipó é daqui, ó, quando volta no lombo de quem mandou dar (*). 
[PGCS]
(*) apud Geraldo Vandré

11 novembro, 2020

Como sobreviver a um apocalipse zumbi

Apesar de os zumbis serem fictícios e as "regras" dos zumbis variarem de acordo com os caprichos dos roteiristas, há discussões constantes sobre como sobreviver quando o apocalipse chegar e o mundo estiver cheio de cadáveres tentando comê-lo.
Numa discussão recente no Tumblr surgiram algumas boas ideias.
1. Use uma armadura (você pode ter que fazer a sua).
2. Ganhe velocidade com uma bicicleta. Elas são silenciosas e não precisam de combustível.
Houve outras ideias na discussão. Imagine se "The Walking Dead" usasse essas ideias - - a taxa de sobrevivência poderia subir, mas o programa se pareceria muito com um esquete de Monty Python.
(http://www.neatorama.com/2019/11/10/How-to-Survive-the-Zombie-Apocalypse/)

Relacionada
Como se preparar para um apocalipse zumbi

29 agosto, 2019

Intervenções de penetração craniana para combater zumbis

Um artigo no Journal of Neuroscience Nursing, de fevereiro de 2019, volume 51, número 1, discute a questão da evidência na avaliação de lesões cerebrais traumáticas (TBI), usando o exemplo dos zumbis.
O artigo começa:
"Apesar da evidência anedótica vista na televisão e nos filmes, não há pesquisas reais para apoiar a lesão cerebral traumática penetrante (traumatic brain injuries ou TBI, em inglês) como uma intervenção para matar zumbis (por exemplo, caminhantes). Por enquanto, vamos dispensar o enigma óbvio de que não se pode matar (acabar com a vida de) alguém ou algo que já está morto. Pelo contrário, nos concentraremos no conceito de evidência."
E conclui:
"Novamente, pode-se notar que existem dificuldades envolvidas na coleta de evidências sobre a questão da definição da morte em um ser não vivo. Talvez a limitação seja que esta não é uma intervenção com dados pré-clínicos adequados, ou talvez a teoria seja falha. Por causa da falta de dados de pesquisa, a única evidência disponível é a opinião de especialistas. Assim, concluímos que, se formos atacados por uma horda de caminhantes, nossa melhor opção prática baseada em evidências seria usar uma intervenção de penetração no crânio (classe de evidência, nível IIB; força de recomendação, nível C)."
Skull-Penetration Interventions to Combat Zombies, Improbable Research. Pode ser lido, na íntegra, aqui: Of Zombies and Evidence

N. do E.
Parece brincadeira, mas é verdade: o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, conhecido como CDC, já normatizou como o governo norte-americano se comportaria em caso de um ataque zumbi. "No caso de zumbis circulando pelas ruas, o Centro iria investigar a situação como qualquer outra doença, com assistência técnica para cidades, estados e parceiros internacionais que estivessem lidando com o problema. A assistência poderia incluir consultas, testes e análises em laboratórios, cuidados e manejo dos pacientes infectados, rastreamento dos contatos e controle de infecção (inclusive isolamento e quarentena)".
In: Como se preparar para um apocalipse zumbi, blog EM

01 abril, 2012

Como se preparar para um apocalipse zumbi


Parece brincadeira, mas é verdade: o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, conhecido como CDC, já normatizou como o governo norte-americano se comportaria em caso de um ataque zumbi. "No caso de zumbis circulando pelas ruas, o Centro iria investigar a situação como qualquer outra doença, com assistência técnica para cidades, estados e parceiros internacionais que estivessem lidando com o problema. A assistencia poderia incluir consultas, testes e análises em laboratórios, cuidados e manejo dos pacientes infectados, rastreamento dos contatos e controle de infecção (inclusive isolamento e quarentena)".
As propostas de um kit de emergência (notei a falta de um taco de beisebol) e de um plano de emergência (a ser observado pela população) complementam essas orientações que estão no site oficial do CDC.

Ler também: O Orgulho Zumbi.

Comentários
Saudações, Paulo, parece comentário sobre o Terra dos Mortos, de George Romero! Ótimo cutucão (crítica) social, aliás! Mas, o programa é coisa de quem tem dinheiro sobrando para sustentar paranoias de um mundo de pura guerra... Medo de tudo! Agora, até os mortos querem pegá-los! Ou criaram armas novas?! Abraço,
Um tanto de cada coisa: dinheiro (sobrando), mortos (comedores de cérebros) e armas (avant-guarde).
Mas esquecem de criar kits e planos especificamente para suas escolas e universidades.
PG
As universidades... que já estão no caminho do pensamento raso faz tempo.
Adilson Camacho

21 agosto, 2010

O Orgulho Zumbi

Hoje deve estar se realizando em Puebla, México, uma "Marcha do Orgulho Zumbi". Com centenas (ou milhares) de pessoas invadindo as ruas da cidade, maquiadas e vestidas à maneira dessas estranhas criaturas da noite.
Pepe Flores, que divulga o acontecimento, diz que os "zumbis" de Puebla não têm cérebro (como é de praxe). Mas têm bom coração. Assim é que vão gemer de uma forma assustadora para coletar gêneros alimentícios que serão doados a um asilo.
Outras marchas do gênero já aconteceram pelo mundo: em Sacramento, Seattle (a mais concorrida delas), Pittsburg, Madri, Barcelona, Santiago, Monterrey etc. A de Sacramento, Califórnia, de agosto de 2001, é considerada a mais antiga de todas as marchas. Foi realizada para promover o trash film Orgy.