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04 junho, 2020

A tara por armas

Durante o início da noite de Ação de Graças, em 28 de novembro de 2019, o Departamento de Polícia de Van Buren, foi enviado para uma residência em St. Francis Avenue respondendo a uma chamada para o 911, que relatava que um homem tinha sido baleado.
O Agente Chandler Madore e o Serviço de Ambulância de Van Buren chegaram ao local, assistido pela patrulha de fronteira dos EUA, que inclusive havia prestado assistência de emergência ao homem ferido, o qual foi identificado como sendo o dono da casa, Ronald Cyr, 65.
Infelizmente, o Sr. Cyr sucumbiu às lesões que ele sofreu do tiro.
Os agentes descobriram que a porta da frente da residência tinha sido equipada com um dispositivo projetado para disparar uma arma se alguém tentasse entrar pela porta. Outros dispositivos semelhantes foram também descobertos em outros pontos da casa. Houve necessidade de chamar para o caso o Esquadrão de Bombas da Polícia do Estado do Maine.
Foi determinado que o Sr. Cyr tinha sido baleado pela descarga não intencional de um de seus dispositivos caseiros.

Face do Van Buren Police Department

Van Buren é uma cidade do Maine que tem 2.200 habitantes, 0 assaltos e 0 homicídios na última década. A tara por armas nos EUA não se resolve de um século para outro.

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23 novembro, 2012

Ocorrência

Que loucura!
Ontem, uns cinco dias atrás, tive o meu carro, um Ford Pálio, vermelho prata, placas XYL 1234 (dianteira) e XVT 9876 (traseira), furtado de um estacionamento. Um flanelinha, a quem dei uma boa gorjeta, indicou-me o local em que eu poderia encontrar o veículo. Encontrei-o. O veículo estava sendo inclusive vigiado por outro flanelinha.
Ainda no mesmo dia, ao parar no cruzamento entre as avenidas Alberto Sá e Godofredo Maciel, o furto reavido virou roubo. Porque, pensando que o sinal verde estava prestes a abrir, eu freei o carro, e disso se aproveitaram dois assaltantes. Pude ver que um deles era alto e baixo, enquanto o outro era um branco retinto. O primeiro usava uma arma espacial e o segundo um punhal que não tinha cabo nem lâmina.
Ensinado a não reagir nessas situações assimétricas, além de tratá-los por excelências, entreguei a chave a eles. Disse-lhes que não tinha a intenção de reaver o veículo, pois a polícia faria isso por mim, e recomendei-lhes que não fizessem pegas com os policiais.
Procurei um DP que estivesse de greve para fazer o BO e posso afirmar que, ao circunstanciar esse delito continuado, quase levei o delegado à loucura.
Felizmente, o veículo foi depois encontrado na Gentilândia, nas imediações do estádio Castelão. Ao lado dele, estavam os corpos dos dois meliantes que, por falta de mediação e arbitragem, devem ter entrado em luta corporal pela posse do manual de instrução do carro.
Foi um caso típico de suicídio seguido de homicídio, como concluiu o delegado responsável pelo caso assim que recuperou plenamente o juízo.
PGCS