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14 fevereiro, 2026

No tempo das indelicadezas

Compartilho com vocês esta marchinha, "Não enche o saco do Chico" (autor: Vitor Velloso), do carnaval de 2017.
Com a Orquestra Royal.
A propósito de uma agressão verbal a Chico Buarque que aconteceu no "Brasil dos Coxinhas".
"Não vai passar / Intolerante nem por um segundo / Cálice, filhinho de papai / Vai trabalhar, vagabundo."

28 novembro, 2021

O cachorro-quente

A teoria mais aceita sobre o surgimento desse peculiar sanduíche começa com um açougueiro de Frankfurt, na Alemanha. Em 1852, ele resolveu batizar as salsichas que fabricava com o nome da raça de seu cachorro: Dachshund (cão bassê, em alemão). Um imigrante alemão, Charles Feltman, levou essas salsichas para os Estados Unidos em 1880. Lá, criou um sanduíche quente com pão, salsicha e molhos. Para chamar a atenção dos consumidores, ele anunciava na porta dos estádios "Get your hot dachshund!" ("Pegue seu cachorro-salsicha quente!", em português).
No Brasil, por volta de 1926, o empresário Francisco Serrador, que idealizou a famosa Cinelândia, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, lança o cachorro-quente em seus cinemas. A novidade inspirou Lamartine Babo e Ary Barroso, a criarem em 1928, a marchinha de carnaval "Cachorro-Quente".
Comer
Cachorro quente lá no bar
Por certo a moda vai pegar
Por não ser vulgar
Comer
Vai toda a gente ao "quarteirão" (do Serrador)
Pois há linguiça (sic) em profusão
Pra comer com pão
A partir de 1945, depois da Segunda Guerra Mundial, quando o nosso país passou a sofrer grande influência da cultura americana, o cachorro-quente conquistou definitivamente seu lugar no Brasil.

Vodu acidental

23 fevereiro, 2019

Tem Babyanno aí

Foi numa casca de laranja
Que eu pisei, pisei
Escorreguei
Quase caí
Mas a turma lá de trás gritou: xi...
Tem Babyanno aí
Tem Babyanno aí.

Carluxo não gosta de Babyanno.