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25 setembro, 2025

Hackers x Crackers

O termo hacker começou a ser usado na área da computação na década de 1960, no MIT, onde surgiram os primeiros deles.
Embora o nome hacker deva ser conquistado, ele não pode ser autoproclamado.

Esclarecendo conceitos: hackers não são piratas informáticos.
Aqui tentamos lançar alguma luz sobre a mais do que comum confusão de termos que equipara hackers e crackers, algo muito distante da realidade.
Um hacker, pelo menos no mundo da tecnologia, e da computação em particular, é uma pessoa que gosta de explorar os detalhes de sistemas programáveis e de como tirar o máximo proveito de suas capacidades, às vezes além do que o fabricante pretendia.
Mas ele nunca usaria suas habilidades e conhecimento para fazer o mal como os crackers.
Age eticamente e pode estar ajudando a melhorar a segurança de um sistema.
~ Microsiervos

25 julho, 2019

HACKEADA

ATENÇÃO - Um hacker russo de Araraquara invadiu o site da Boitempo e adulterou em 50-90% o preço de mais de cem dos nossos títulos. Amanhã, no final do dia, normalizaremos a situação. Favor não comprar nada em nossa loja até lá.


Parabéns pela criatividade à Boitempo Editorial.
Criada em 1995, a Boitempo conta com catálogo consistente e opções editoriais claras: ensaios críticos de esquerda e literatura de qualidade.

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A Associação dos Diplomados da Escola Superior de Golpes informa:
Sai FAKEADA, entra HACKEADA.

16 abril, 2018

Hackers poderiam programar robôs sexuais para matar

Um cientista de cibersegurança emitiu o estranho aviso de que os robôs sexuais poderiam um dia matar seus donos se os hackers puderem entrar na cabeça deles.
O perigo não é que as bonecas do amor acabem desenvolvendo mentes próprias, estilo "Westworld". Em vez disso, o risco é que os hackers possam violar as defesas internas dos robôs sexuais e pegar seus proprietários com as calças abaixadas.
Dr. Nick Patterson, professor de cibersegurança, disse à Star Online que hackear muitos robôs modernos, incluindo os sexbots, seria um "piece of cake" (pedaço de bolo), em comparação com gadgets mais sofisticados como celulares, tablets e computadores.
O especialista em tecnologia, da Universidade Deakin, da Austrália, disse: "Os hackers podem invadir um robô ou um dispositivo robótico e ter o controle total das conexões, braços, pernas e outras ferramentas anexas como facas.
"Uma vez que um robô é invadido, o hacker tem controle total e pode emitir instruções para o robô".
O aviso pode soar um pouco exagerado, mas os robôs funcionam usando um sistema operacional como um telefone ou um PC. E, como acontece com todos os dispositivos do gênero, se esse sistema estiver conectado à Internet, torna-se possível que os hackers o invadam para realizar ações físicas que causem danos aos proprietários.

Extraído de: Hackers could program sex robots to kill, por George Harrison, The Sun

Sinopse
"Westworld" é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à "evolução do pecado". Entre os residentes do parque, está Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood), programada para ser a típica garota da fazenda, que está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de bem arquitetada mentira. ADOROCINEMA

16 janeiro, 2018

STOP por 45 MPH

O pesquisador em segurança de computadores Yoshi Kohno descreveu um algoritmo de ataques que usa imagens impressas afixadas em sinais de trânsito. Essas imagens aplicadas em sinais podem confundir as câmeras dos veículos autodirigidos. Em um exemplo, pequenos adesivos acrescentados a um sinal de parada padrão (STOP) levaram o sistema de visão do veículo a identificá-lo erroneamente como um sinal de limite de velocidade (45 MPH).
Os sistemas de visão dos carros autônomos tipicamente dispõem de um detector de objetos e um classificador: o primeiro detecta pedestres, luzes, sinais e outros veículos, e o segundo decide o que é o objeto e o que os sinais estão dizendo. Os ataques descritos por Kohno supõem que os hackers consigam acessar esse classificador e, usando seu algoritmo e uma foto do sinal de trânsito alvo, venham a gerar uma imagem personalizada.
Esses sistemas de visão podem ser sensíveis a perturbações mal-intencionadas - mudanças pequenas e precisamente criadas em suas entradas - que podem fazer com que os veículos autônomos se comportem de maneira inesperada e potencialmente perigosas.

Researchers Find a Malicious Way to Meddle with Autonomous Cars, Car and Driver

08 janeiro, 2017

A religião na guerra cibernética

Algumas medidas são necessárias para proteger os servidores dos hackers:

"... mas livrai-nos do malware. Amém."

Religion in cyberwar, Cyberwarzone

Ver também: A bruxa do Vale do Silício