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13 novembro, 2025

O espírito de gentileza

"...poderia salvar o mundo. O que nos falta é isto: espírito de gentileza." (Érico Veríssimo)

Não confunda com:

De pai para filho
Érico Veríssimo é um dos escritores mais importantes e influentes da literatura brasileira. Nascido em 1905, no município gaúcho de Cruz Alta, ele sempre teve interesse pelo universo das letras, tendo criado sua primeira revista com apenas 10 anos de idade. Publicou seu primeiro romance, "Clarissa", aos 28 anos, e a partir daí teve uma bem-sucedida carreira tanto como escritor como tradutor, e até criou sua própria editora. Quando aluno do ciclo colegial, li com indescritível prazer cerca de vinte livros de sua autoria, inclusive o monumental "O Tempo e o Vento", que se compõe de sete volumes. Eram-me emprestados, um a um, pelo colega José Ernesto Moura de Oliveira, que tinha a coleção completa das obras do escritor. Adiante, passei a ler os bem-humorados escritos de Luís Fernando Veríssimo, filho do grande mestre das letras nacionais.

13 novembro, 2024

Que casa é essa?

Clipe da faixa "Casa", do álbum "Nem Vamos Tocar Nesse Assunto", da Banda Gentileza:

Bom para 13/11, o Dia da Gentileza.

13 novembro, 2023

Dia da Gentileza (2023)

Bom para 13/11/2023

"Durante uma recente temporada sombria do espírito, uma querida amiga me animava com a mais maravilhosa, inspiradora e reumanizadora história. Alguns anos antes, quando um colega dela – outro físico – estava passando por uma temporada adversa, ela deu-lhe um bulbo de amarílis em um pequeno pote; o efeito que teve sobre ele foi inesperado e profundo, como sempre é o efeito de gentilezas não calculadas — profundo e de longo alcance, como um seixo de gentileza ondula círculos cada vez maiores no esplendor. À medida que a luz voltava lentamente à sua vida, ele decidiu dar uma aula sobre a física da animação. E foi assim que uma de suas alunas, Emily Johnstone, motivou-se a fazer "Bloom" (Flor), um tocante curta-metragem de animação, que tira de um pequeno gesto pessoal uma metáfora universal de como sobrevivermos às nossas mais densas trevas privadas."

Maria Popova, The Marginalian