O rico e o pobre são duas pessoas
O soldado protege os dois
E o operário trabalha pelos três
E o vagabundo come pelos quatro
E o advogado defende os cinco
E o juiz condena os seis
E o medico examina os sete
E o coveiro enterra os oito
E o diabo carrega os nove
E a mulher engana os dez (bis)
2 Na versão das Velhas Virgens (rock)
O rico e o pobre são duas pessoas
O soldado protege os dois
O operário trabalha pelos três
O cidadão paga pelos quatro
O vagabundo come pelos cinco
O advogado rouba os seis
O juiz condena os sete
O médico mata os oito
O coveiro enterra os nove
E o diabo leva os dez
Mas a mulher, a mulher engana os onze
A mulher engana os onze de uma vez
Água morro abaixo
Fogo morro acima
E mulher quando quer dar, ninguém segura
3 Na versão do Zuleta (cartum)
É uma sátira da história bíblica de Adão e Eva, sugerindo que Eva escapou do patriarcado. A ilustração mostra Adão e uma figura de autoridade (possivelmente Deus) amarrados por meio da serpente a uma árvore, enquanto Eva foge livremente. A cena subverte a narrativa tradicional da "queda do homem", ao focá-la na libertação feminina.
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