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08 julho, 2016

A Pedra do Chapéu do Sol

Se você mora nas imediações de Brasília e ainda não conhece a Pedra do Chapéu do Sol não perca a oportunidade. Planeje um dia para ver esta maravilha da natureza. Um bloco gigantesco de quartzito com 1,2 bilhões de anos e mais de 347 toneladas, equilibrado em um minúsculo ponto de apoio.
Você vai ter que dirigir apenas poucos quilômetros em estrada não asfaltada, mas de boa qualidade. É muito fácil visitar a Pedra do Chapéu do Sol.
Para quem vem de Brasília é só medir 2 km a partir do trevo de Unaí, um pouco antes de Cristalina, que irá encontrar a estrada de acesso à esquerda, ao lado do Posto Petrobras. A partir deste ponto, percorra 2 km até um desvio à direita e mais 3 km onde existirá uma pequena estrada, também à direita (sinalizada). Percorra mais 850 metros até a Pedra do Chapéu do Sol.
Ou, se preferir, coloque no seu GPS as coordenadas 16°44'26.06"S e 47°34'12.26"O e navegue até ela.
O Portal do Geólogo foi até a Pedra do Chapéu do Sol (fotografia) para ver e entender a sua real relevância.
Assim como você ficará extasiado, nós também ficamos.


Infelizmente, a Pedra do Chapéu do Sol está sendo alvo de vândalos.
Nesse monumento natural, há pichações e o cometimento de outras infrações por grupos de escaladores que, de forma irresponsável, escalam a Pedra e podem estar comprometendo o equilíbrio da mesma.
As pichações devem e têm de ser apagadas, mas as escaladas podem levar a consequências muito mais sérias.
(resumo de matéria enviada por Jaime Nogueira)

Pedra sobre pedra

26 janeiro, 2010

Um show de equilíbrio

Para quem está pensando em trocar a bicicleta (por estar levando muitas quedas) pelo monociclo.


15 outubro, 2009

Domuru e eu


Em minhas poucas horas em Kobe, Japão, afastei-me de meu animado grupo de excursão para ir visitar Enryba Domuru, o famoso monge Zen. Encontrei-o no jardim de seu mosteiro, a passear solito, os pés miúdos pisando em folhas secas caídas das amoreiras. Enquanto alguém, que eu não via mas adivinho que seria um discípulo seu, tocava num shamnisen (alaúde japonês de três cordas) cujos silêncios eram belíssimos. Já havendo assistido no Brasil, durante alguns anos, Domuru falava um português razoável - daí haver sido possível o nosso diálogo. E, embora eu fizesse por onde, em momento algum ele perdeu o equilíbrio que o fazia merecedor da boa reputação.

Essa "entrevista" de Domuru acha-se publicada no Preblog.