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26 janeiro, 2021

Se vira nos 6 min

Um besouro aquático japonês engolido por um sapo descobriu um ótimo truque de sobrevivência: andar
Escrevendo na revista Current Biology, o ecologista da Universidade de Kobe, Shinji Sugiura, descreve como esse besouro, engolido pelo sapo, se vira e percorre seu trato digestivo. Em experimentos de laboratório cuidadosamente controlados, Sugiura descobriu que 93 por cento dos besouros, com os quais ele alimentou o sapo Pelophylax nigromaculatus, escaparam do predador "pela longa e sinuosa estrada" dentro de quatro horas, ainda que emaranhados em pelotas fecais.
O mais rápido fez o circuito boca—ânus em apenas seis minutos.

Bônus

"The long and winding road" (A longa e sinuosa estrada), com os Beatles.


Implicando com a plica 
Se vira nos 6', o título provisório.
Em geometria, a plica é utilizada para exprimir o minuto de arco. Muitas vezes tem sido usada para simbolizar unidades de tempo: minuto (′), segundo (′′). Mas, segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI), este é um uso incorreto do símbolo. A plica só deve ser empregada como símbolo de unidade de medida angular - e não como símbolo de unidade de tempo. De acordo com o SI, os símbolos de minuto e segundo, como unidades de tempo, são, respectivamente, min e s.

20 outubro, 2019

Museus dedicados a órgãos reprodutores

Museu dedicado ao pênis
Depois de décadas colecionando e catalogando órgãos reprodutores masculinos, o professor Sigurður Hjartarson decidiu abrir um museu para exibir sua coleção Em 1997, ele reuniu todo esse material - - 283 pênis de 93 espécies de animais - - em seu Museu Falológico da Islândia.
O museu começou a reunir turistas que também colaboravam com o acervo trazendo mais pênis de animais de presente para o professor.
Em 2004, Hjartarson e seu filho Hjörtur Gísli Sigurðsson mudaram a coleção para o local onde o museu funciona até hoje. Eles estimam que o espaço atraia cerca de 14 mil pessoas anualmente, sendo a maior parte do público formada por turistas estrangeiros.
Para visitar a atração, que fica em Reykjavík, capital da Islândia, é preciso contribuir com 1.250 coroas islandesas (o que equivale a pouco mais de 20 reais). Lá dentro, os turistas podem se perder entre as prateleiras que exibem os pênis das mais diversas espécies.
Entre os exemplares, é possível conferir os órgãos de baleias gigantes, porquinhos-da-índia, hamsters, coelhos, cavalos, elefantes e muitos outros animais. A maior parte dos pênis foi conservada em formaldeído, mas também é possível ver órgãos que foram preservados eretos.
Outro destaque do museu é o pênis humano. Hjartarson conta que buscou um exemplar do Homo sapiens por muitos anos. Durante esse tempo, alguns candidatos assinaram termos garantindo que doariam seus órgãos para o museu após a morte.
Mas, foi somente em 2011 que ele obteve o pênis do islandês Pall Arason, que faleceu com 95 anos. Apesar de ter ficado bastante feliz com a doação, o professor deseja ir além: "Eu ainda quero conseguir um exemplar humano melhor e mais atraente", revelou ele.
Fonte: Megacurioso

Museu dedicado à vagina
"Bem-vindo ao projeto de criar o primeiro museu de tijolos e argamassa dedicado às vaginas, vulvas e anatomia ginecológica", diz o site do The Vagina Museum, acrescentando: "Doe aqui para nos ajudar a abrir nossas primeiras instalações no Camden Market".
O Camden Market está em Londres, no Reino Unido, e seus organizadores contam com um projeto de crowdfunding para abrir o museu em novembro de 2019.
A pergunta mais frequente depois de "onde eu me inscrevo?" é "por que precisamos de um museu da vagina?".
Bem, se há um museu do pênis, então era só uma questão de tempo para que alguém começasse um museu da vagina.
A anatomia ginecológica é uma parte do corpo feminino, assim como qualquer outra parte. E, no entanto, está cercada de estigma e vergonha. Este é um terrível estado de coisas, uma vez que a anatomia ginecológica deveria ser celebrada - - por ser a parte do corpo que traz a vida ao mundo.
Aqui estão alguns exemplos de como estigmatizar a vagina pode afetar a sociedade:
https://www.vaginamuseum.co.uk/why



"O Museu não terá limite mínimo de idade, porque é sempre importante aprender sobre nossos corpos, não importa a idade. Será escolha dos pais e responsáveis ​​se vão trazer seus filhos."

07 setembro, 2017

Galeria bacteriana

O biólogo sintético Tal Danino lava as mãos constantemente, um dos riscos ocupacionais de trabalhar com bactérias o dia todo no Synthetic Biological Systems Lab, que ele dirige na Universidade de Columbia, em Nova Iorque. Danino passa a maior parte do seu tempo tentando aproveitar certas propriedades das bactérias - as mesmas propriedades que podem torná-las tão perigosas para os seres humanos - com a finalidade de transformá-las em poderosas agentes do combate ao câncer.
Mas, quando ele não está programando bactérias para combater o câncer, ele as está programando para fazer arte. "É bom usar as artes visuais para ajudar a comunicar a ciência", diz ele, "pois a arte realmente transcende os limites da linguagem e do conhecimento".
Para seu mais recente projeto, Microuniverse, ele produziu em discos de Petri uma série de deslumbrantes imagens abstratas com diferentes espécies de bactérias, após deixá-las crescendo sob diferentes condições ambientais e por vários períodos de tempo.

Bacteria Gallery
Notavelmente, as bactérias podem crescer dentro de tumores, onde mesmo o sistema imunológico humano não pode chegar, e elas também podem ser programadas para produzir toxinas que causam a morte de células tumorais. Usando a clonagem molecular, Danino programa bactérias para que revelem tumores no corpo e, uma vez dentro deles, liberem toxinas de combate ao câncer. "É quase como uma situação do tipo Cavalo de Troia", explica ele. "Bactérias entram no tumor e, em seguida, começam a produzir drogas que fazem o tumor entrar em regressão".

16 junho, 2016

O domínio do fogo pelo homem

O biólogo FW Went observou que o tamanho físico dos seres humanos foi um fator crítico para o domínio de fogo. Qualquer chama deve manter um certo tamanho, a fim de sustentar a temperatura de ignição de seu combustível, e um fogo de madeira ou carvão, particularmente, irradia tanto calor que precisa de uma massa crítica bastante grande, a fim de manter a queima; um pequeno fogo logo se apagará.
"Curiosamente," escreveu Went, "a madeira ou o carvão, acima de seus tamanhos críticos, produzem a quantidade certa de calor para aquecer um homem numa caverna, num quarto ou num parque de campismo. Mas, formigas ou pequenos roedores teriam que ficar afastados demais para fazer uma fogueira econômica ou, pior ainda, eles não seriam capazes de trazer madeira suficiente para manter o fogo aceso. Portanto, em uma sociedade de formigas o fogo não é uma possibilidade, e elas evoluíram sem os seus benefícios, operando somente onde as temperaturas exteriores estão dentro da faixa fisiológica. O homem, por outro lado, tem sido capaz de viver em áreas muito frias usando o fogo."
"O homem, com seu notável cérebro, aprendeu o uso do fogo, mas .. apenas uma criatura do tamanho de homem poderia efetivamente controlar o fogo", escreveu Peter S. Stevens, em "Patterns in Nature" (Padrões da Natureza), em 1974. "Acontece que uma pequena fogueira é o menor fogo que seja confiável e controlável. Quando menor, é facilmente apagado e, quando maior, o fogo fica muito facilmente fora do controle. Prometeu era grande o suficiente para alimentar as chamas, mas não para ficar queimado."

Went, FW. "The Size of Man". American Scientist, 56: 4, p. 400-413, 1968

04 fevereiro, 2016

Amor e sexo

Se a inseminação fosse a única função biológica do sexo poderia ser alcançada, muito mais economicamente, em poucos segundos de montagem e inserção. De fato, as espécies menos sociais acasalam-se com pouca cerimônia. Mas aquelas em que os parceiros desenvolvem relações de longo prazo dependem, em geral, de elaborados rituais de acasalamento. Amor e sexo, de fato, juntos.

- E.O. Wilson , biólogo evolucionista da Universidade Harvard, em seu livro de 1978 sobre a natureza humana.

Vídeo.
O ritual de acasalamento da aranha-pavão (Maratus volans)

06/09/2017 - Atualizando ...
Jürgen Otto mergulhou em seus extensos arquivos de vídeos para compilar o "Staying Alive" das aranhas-pavões. Aqui 51 diferentes aranhas dançam ao som dos Bee Gees, como se estivessem no "Saturday Night Fever".

20 agosto, 2015

Nem todo T. rex é dinossauro

Em artigos veiculados pelos meios de comunicação social é comum usar alguma forma incorreta para se referir ao "lagarto tirano rei". TRex, T-Rex, Rex t, rex, Tyrannosaurus Rex etc.  Tudo isso está errado e precisa parar. Tyrannosaurus rex, e por extensão T. rex, é o nome científico de uma espécie de dinossauro e, portanto, deve ser grafado em conformidade com as regras relativas a nomes científicos.
Fundo rápido
Em 1753, Carl Linnaeus publicou Species Plantarum, exhibentes plantas rite cognitas, ad genera relatas, cum differentiis specificis, nominibus trivialibus, synonymis selectis, locis natalibus, secundum systema sexuale digestas, que, essencialmente, fixou as regras para a nomenclatura binomial, a qual ainda hoje é usada para a classificação da maioria dos seres vivos.
Chama-se binominal porque o nome de cada espécie é formado por duas palavras: o nome do gênero e o restritivo específico, normalmente um adjetivo que qualifica o gênero.
Há livros inteiros (especialmente o Código Internacional de Nomenclatura Botânica e o Código Internacional de Nomenclatura Zoológica) que estabelecem as regras para os nomes científicos das espécies.
Regras básicas
  1. Os nomes utilizados são em latim ou numa versão latinizada da palavra ou palavras que se pretende utilizar.
  2. O primeiro termo, o nome genérico, é sempre escrito começando por uma maiúscula, enquanto o descritor específico nunca começa por uma maiúscula, mesmo que seja derivado de um nome próprio.
  3. As subespécies, por sua vez, têm um nome composto por três termos, colocados na seguinte ordem: nome genérico, descritor específico e descritor subespecífico.
  4. Os nomes devem ser sempre escritos em itálico. Quando manuscritos, ou quando não esteja disponível a opção de escrita em itálico, devem ser sempre sublinhados.
  5. O nome genérico pode ser encurtado para a primeira letra do nome, acrescida de um ponto, mas o nome específico só pode ser escrito na íntegra.
Para demonstrar; o nome da nossa espécie é o Homo sapiens. Homo é o gênero a que pertencemos e sapiens é o nome da nossa espécie. Agora que o nome da nossa espécie apareceu completo nesta postagem, podemos encurtá-lo para H. sapiens.
No caso do dinossauro, mencionado no primeiro parágrafo, o seu nome científico correto é Tyrannosaurus rex. Seu gênero é Tyrannosaurus (que pode compartilhar com o Tyrannosaurus bataar, também chamado Tarbosaurus bataar) e seu descritor específico é rex. Uma vez que o seu nome apareceu completo nesta postagem, podemos encurtá-lo para T. rex.
Você pode estar se perguntando 
Por que eu deveria me importar com isso?
A resposta curta é simples: se há uma maneira certa de fazer uma coisa e uma maneira errada de fazer a mesma coisa, e elas requerem a mesma quantidade de esforço, então você deverá optar por fazê-la da maneira certa.
A resposta mais longa é que existem apenas 26 letras no alfabeto latino (bem. 22, pois as letras j, k, w, e y também são incluídas). Embora apenas as espécies estreitamente relacionadas podem compartilhar um gênero, um descritor específico pode ser reutilizado uma e outra vez para gêneros diversos. Isso causa problemas quando duas ou mais espécies compartilham um descritor específico e pertencem a gêneros que começam com a mesma letra. Agora, no caso de uma combinação popular como o T. rex, fica ridículo como pesquisadores e afins tomam emprestado alguns dos holofotes do Tyrannosaurus rex.
Outros bichos e não-bichos que você pode chamar de T. rex
T. rex: Tachyoryctes rex - um rato-toupeira do Quênia
T. rex: Tetragonodon rex - um crustáceo marinho
T. rex: Thoristella rex - um caracol do mar
T. rex: Trialeurodes rex - um inseto hemíptero (mosca-branca)
T. rex: Tyrannasorus rex - um besouro fóssil
T. rex: Tyrannobdella rex - uma sanguessuga da Amazônia
T. rex: Tyrannoberingius rex - um molusco fóssil
T. rex: Tyrannomyrmex rex - uma formiga da Malásia
T. Rex: Tyrannosaurus Rex - uma banda de rock inglesa da década de 1970
T-Rex - um restaurante temático em Downtown Disney, Orlando
T-Rex - um cyclecar da Campagna
T-Rex - um caminhão Bremach
T-Rex - um caminhão Dodge

http://phaton.kinja.com e outras fontes

19 fevereiro, 2014

26 dezembro, 2013

Uma recém-descoberta espécie de lesma-do-mar

A new species of sea slug was discovered of the coast of Brazil by Federal University of Ceará Tropical Marine masters student Felipe de Vasconcelos Silva and named Tritonia khaleesi in honor of Game of Throne khaleesi Daenerys Targaryens braided hair.

Uma nova espécie de lesma-do-mar foi descoberta na costa do Brasil pelo aluno de mestrado Felipe de Vasconcelos Silva (e colaboradores), da Universidade Federal do Ceará, e chamada de Tritonia khaleesi em homenagem às louras tranças da khaleesi Daenerys Targaryens, personagem da série de TV "Game of Thrones".

20 maio, 2012

A aranha vegetariana

Atualmente são conhecidas umas 40 mil diferentes especies de aranhas no mundo, todas elas classificadas como carnívoras (insetívoras). A surpresa é que biólogos norte-americanos descobriram, na América Central, uma aranha vegetariana (Bagheera kiplingi) que se alimenta das folhas de um arbusto.


A Bagheera kiplingi é bastante pequena e habita algumas acácias, arbustos que mantêm una estreita relação de cooperação com colônias de formigas. As formigas se encarregam de dar proteção às plantas, defendendo-as dos animais herbívoros e, em troca, recebem proteção entre seus espinhos e podem se  alimentar de um néctar que as plantas produzem na base de suas folhas.
Por coincidência, a aranha vegetariana também sente predileção por esta planta, sobretudo por suas folhas mais tenras. Porém, para poder chegar até elas e comê-las deve evitar as patrulhas de furiosas formigas pelo caminho. E, para isso, a pequena aranha demonstra possuir boa visão, incrível agilidade e uma especial inteligência. As formigas tentam detê-la, mas a aranha consegue sempre chegar aonde estão suas folhas favoritas.

23 abril, 2012

Pede opinião

Parece uma morsa, mas é a larva de uma mosca varejeira (Protophormia sp).
Para vê-la ao vivo e exatamente assim, você vai precisar de um MEV - microscópio eletrônico de varredura.
Agora, o dilema: ela só pode pagar um procedimento.
Qual deles deve fazer para melhorar o visual?
- Aparar e repartir as sobrancelhas?
- Reduzir o tamanho dos globos oculares?
- Cuidar dos dentes?

23 fevereiro, 2012

Mitose

É o processo pelo qual uma célula (eucariótica) divide seus cromossomos entre duas células filhas. Este processo é constituído por quatro etapas: prófase, metáfase, anáfase e telófase.
Para memorizar a sequência acima os estudantes apelavam para esta frase: PROMETA ANA TELEfonar.
Ainda recorrem a ela?
Atualização
O processo não é mais um atributo exclusivo dos seres vivos. Tanto que alguém já flagrou um biscoito em plena mitose.

My[Confined]Space

20 outubro, 2011

Quantos sentidos nós temos?


Visão, olfato, audição, paladar e tato são os principais. Mas nós temos outras maneiras de sentir e interagir com o mundo. Através da propriocepção, que é a noção de como nossos corpos estão posicionados, e da nocicepção, que é a sensação da dor. E dispomos também dos sentidos do equilíbrio, da temperatura do corpo, da aceleração e da passagem do tempo.
Em comparação com outras espécies, porém, temos os seres humanos algumas "deficiências". Morcegos e golfinhos usam o sonar como orientação; alguns pássaros e insetos vêem a luz ultravioleta; cobras detectam o calor das presas de sangue quente; ratos, gatos, focas e outros animais usam seus bigodes (vibrissas) para obter relações espaciais ou detectar movimentos; tubarões sentem os campos elétricos da água; e pássaros, tartarugas e até mesmo bactérias se orientam pelas linhas do campo magnético da Terra.

Extraído de Top Ten Myths About the Brain, Smithsonian.com

16 maio, 2011

O macho alfa

Na ordem social de muitas espécies de animais superiores existe a figura do macho alfa. É o que lidera o bando pela força, bravura, capacidade de tomar decisões, habilidade para caçar etc. É também o primeiro a se alimentar e tem a primazia na escolha das fêmeas. Se outro integrante do grupo se insurge contra ele, o macho alfa rosna, morde, e o persegue. Para assumir sua posição, é preciso que o desafiante o derrote primeiro numa luta.



A cena acima retrata o momento em que um cão alfa está sendo deposto. Os demais cães do bando expressam isso, exibindo-lhe os traseiros. Mas nem tudo está perdido. Ainda existe alguém que, reconhecendo a sua superioridade, bate-lhe continência. PGCS

10 agosto, 2009

Dimorfismo sexual

Considera-se haver dimorfismo sexual quando os indivíduos do sexo masculino e feminino de uma espécie se apresentam com características físicas não sexuais marcadamente diferentes. Essas diferenças, em muitos casos, estão relacionadas com a reprodução, já que os indivíduos das espécies dimórficas usam essas características físicas para disputarem parceiros ou mesmo para impressioná-los.
Exemplos claros de dimorfismo sexual podem ser observados em leões (cujo macho possui uma juba, ausente na fêmea), mandris (cujo macho possui a face intensamente colorida), cervos (cujo macho possui uma galhada, ausente na fêmea) e em muitas espécies de aves.
Na Natureza, em questão de dimorfismo sexual, nenhuma espécie foi tão radical quanto a Bonnelia viridis. Neste tipo de verme marinho (no desenho ao lado), a fêmea apresenta um corpo pigmentado que, na fase adulta, mede cerca de 15 centímetros (não computado o tamanho de uma longa tromba que ela usa para se alimentar de detritos orgânicos no fundo do mar), enquanto o macho é não pigmentado e plano, mede de 1 a 3 milímetros e vive sobre ou dentro do corpo da fêmea.
O dimorfismo sexual na Bonellia não é de natureza genética. Quando a larva eclode do ovo, se este ainda está no corpo materno, dá origem a um verme macho; se este, porém, já se encontra no ambiente origina outra fêmea.