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13 janeiro, 2014

O lixo espacial

É constituído pelos inúmeros objetos de fabricação humana que se encontram em órbita, ao redor da Terra, sem que desempenhem mais qualquer função útil. Podem ser satélites desativados, estágios de foguetes, ferramentas e até mesmo coisas pequenas, como uma luva que foi perdida no espaço por Neil Armstrong, na missão Gemini VIII, em 1966.
Movendo-se em velocidade orbital em volta da Terra, esses objetos apresentam riscos de causar acidentes, tanto em órbita quanto numa possível reentrada na atmosfera terrestre.
Mas não exageremos. A luva de Armstrong não precisa entrar nessa  lista de objetos potencialmente acidentários.

Ilustração: Fabiano dos Santos

03 novembro, 2007

Uma cadela espacial

Aqui a lembrança de uma data passou em branco. Não comentei os 50 anos do lançamento do Sputinik 1, o primeiro satélite artificial da Terra, construído pelos russos no auge da Guerra Fria. Mas registro agora os 50 anos do envio ao espaço do primeiro ser vivo da Terra, a cadela Laika, lançada de Baikonur na URSS, a bordo do Sputinik 2, em 3 de novembro de 1957. Um fato que ocorreu há meio século, exatamente.
Laika morreu no espaço depois de alguns dias em órbita. Não havia ainda conhecimentos técnicos para trazê-la de volta à Terra. Com o seu sacrifício, Laika provou aos cientistas que era possível um organismo vivo tolerar a gravidade zero.
A partir de 1958, os animais passaram a retornar vivos das viagens espaciais.

13/10/2017 - No Tuinto
Lá vai um conhecimento inútil:
O nome da cadela astronauta não era Laika, Laika era a raça. O nome era Kudryavka, que é Crespinha em português.
A conferir.