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12 novembro, 2017

Relembrando "Margarida"

Independente do gênero / opção ou preferência sexual, o árbitro Jorge Emiliano ("Margarida") era um raro espécime: a cada jogo, roubava o espetáculo chamando a atenção para si.
Margarida não foi um grande árbitro, mas não foi dos piores.
Era divertido vê-lo correndo... para trás, com raríssima habilidade. Seus gestos teatrais empolgavam o público nos estádios de futebol.
(vídeo sugerido por JB Serra e Gurgel)



Relembrando Cidinho "Bola Nossa"

06 março, 2016

Cidinho "Bola Nossa"

Nos 25 anos como juiz, Cidinho – Alcebíades de Magalhães Dias – escapou de muitos linchamentos e ganhou o apelido de "Bola Nossa" devido ao seu amor pelo Atlético Mineiro. Ele mesmo conta esta história:
"Atlético e Botafogo jogavam na inauguração do estádio do Cruzeiro em 1949. Afonso e Santo Cristo disputavam a bola para saber de quem era o lateral. Quando o beque do Atlético me perguntou de quem era a bola, deixei escapar uma frase que me acompanhou para o resto da vida – É nossa, Afonso, a bola é nossa."
Por causa do Atlético, Cidinho tem o que talvez seja recorde mundial de trabalho em campo, quando Asas e Sete, dois times extintos, jogaram durante três horas e dez minutos, no campo do Cruzeiro.
"Ajeitei a situação para que o gol não saísse. O vencedor ia jogar três dias depois com o Atlético, e o negócio era cansar o adversário".
Revista Placar, apud Waldemar, Jornal GGN

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