Alejandro estava no ônibus com Frida naquele fatídico dia do final do verão, pouco depois de seu décimo oitavo aniversário, quando uma colisão de bonde matou vários outros passageiros e a deixou tão gravemente ferida — sua pélvis fraturada, seu estômago e útero perfurados por um trilho, sua coluna quebrada em três lugares e sua perna em onze — que os médicos do Hospital da Cruz Vermelha não acreditavam que ela pudesse ser salva.
Foi a insistência implacável de Alejandro que os fez tentar. Contra todas as expectativas, Frida sobreviveu — mas sua vida mudou para sempre. A forma como ela lidou com o que teve que enfrentar, por sua vez, mudou a história da arte.
Após os graves ferimentos que Frida sofreu e as múltiplas cirurgias a que se submeteu, o jovem Alejandro foi desaparecendo gradualmente de sua vida, até abandoná-la. (Infobae)
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