Bibo, o Patriotário:
"O socialismo na Argentina abalou tanto o moral de seus cidadãos, que perderam para a Arábia Saudita na Copa. Com o socialismo/comunismo é terra arrasada."
10:02 - 22 nov 2022, no Twitter
¿Es?
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20 dezembro, 2022
06 junho, 2018
Gentileza gera gentileza
13 de novembro: Kindness Act Day
José Datrino, mais conhecido como Profeta Gentileza (Cafelândia, 11 de abril de 1917 – Mirandópolis, 29 de maio de 1996), foi uma personalidade urbana carioca, espécie de pregador, que se tornou conhecido por fazer inscrições peculiares sob um viaduto situado na Avenida Brasil, na zona portuária do Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba.
"Gentileza gera gentileza" é sua frase mais conhecida.
Controvérsias
Um artigo de autoria da professora Luiza Petersen e do jornalista e escritor Marcelo Câmara, que conviveram com Datrino ("Jornal do Brasil" de 21/02/2010), e rebatido por outro artigo publicado no Jornal do Brasil, afirma que ele, apesar de falar em gentileza como um mantra, era "agressivo, moralista e desbocado [...] Vociferava, ofendia e ameaçava espancar transeuntes ao ponto de às vezes ser necessário chamar a polícia para acalmá-lo". A maioria da população, especialmente as mulheres e crianças, fugia dele". A imagem que se criou dele após sua morte, segundo os autores, não corresponde às lembranças dos que conviveram com ele durante os anos 1960 e 1970.
08/06/2018 - Fernando Gurgel disse...
Marisa Monte tem uma música a respeito do Gentileza:
Em outro vídeo ela conta a história desta música. Marisa Monte também gera Gentileza, Fernando.
"Nenhum ato de gentileza, não importa quão pequeno seja, é desperdiçado." - Esopo
José Datrino, mais conhecido como Profeta Gentileza (Cafelândia, 11 de abril de 1917 – Mirandópolis, 29 de maio de 1996), foi uma personalidade urbana carioca, espécie de pregador, que se tornou conhecido por fazer inscrições peculiares sob um viaduto situado na Avenida Brasil, na zona portuária do Rio de Janeiro, onde andava com uma túnica branca e longa barba.
"Gentileza gera gentileza" é sua frase mais conhecida.
Controvérsias
Um artigo de autoria da professora Luiza Petersen e do jornalista e escritor Marcelo Câmara, que conviveram com Datrino ("Jornal do Brasil" de 21/02/2010), e rebatido por outro artigo publicado no Jornal do Brasil, afirma que ele, apesar de falar em gentileza como um mantra, era "agressivo, moralista e desbocado [...] Vociferava, ofendia e ameaçava espancar transeuntes ao ponto de às vezes ser necessário chamar a polícia para acalmá-lo". A maioria da população, especialmente as mulheres e crianças, fugia dele". A imagem que se criou dele após sua morte, segundo os autores, não corresponde às lembranças dos que conviveram com ele durante os anos 1960 e 1970.
08/06/2018 - Fernando Gurgel disse...
Marisa Monte tem uma música a respeito do Gentileza:
Em outro vídeo ela conta a história desta música. Marisa Monte também gera Gentileza, Fernando.
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