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28 julho, 2016

Amostras Artes



Ben Geada, um artista da Austrália, adicionou imagens de personagens de desenhos animados a embalagens para medicamentos que, de alguma forma, correspondem perfeitamente a eles.

Um deles é Peter Griffin, da Família Guy, em um pacote de pílulas para alívio de gases.

Você pode ver mais imagens da série em The Khool.

11 março, 2011

Reconstruindo Irene

Nos idos de 2010 escrevi o Irene na Terra. Sem a pretensão de que os pósteros o elegessem como o maior poema da língua portuguesa. Cabia por inteiro numa "tuitada". Além disso, seus três primeiros versos fazem parte de "Irene no céu", de Manoel Bandeira, e o seu quarto (e último) verso conheceu tempos melhores na canção "Irene", de Caetano.
Não era um poema que pudesse fazer frente, por exemplo, ao Maabáratra, de Krishna Dvapayana Vyasa. O poema deste hindu tem 74 mil versos. E se nele formos incluir o "Harivamsa" já sobe para 90 mil versos.
Acontece que, dias atrás, em uma das minhas caminhadas crepusculares por Two Thousand City (Cidade 2000), escutei por acaso uma gravação de Agnaldo Timóteo.
Numa Vitrolex (link não patrocinado), o ex-motorista da Ângela Maria estava a cantar A casa de Irene, versão de um sucesso de Nico Fidenco.
E, nesse instante de grande enlevo, dei-me conta de que tinha um poema inacabado. Então, sem delongas, retornei a ele que assim ficou:

Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor
Na casa de Irene a tristeza se vai
- Quero ver Irene dar sua risada.


De forma que o poema prossegue aos poucos: tijolo com tijolo num desenho mágico. E dá para ver que, mesmo sendo comparado aos prolixos poetas indianos, eu continuo competitivo. PGCS

06 fevereiro, 2010

Irene na Terra

Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor
- Quero ver Irene dar sua risada.

Que é isso?
Os três primeiros versos são de Irene no Céu, um poema de Manuel Bandeira; o quarto, da canção Irene (uma referência à metralhadora de Ernesto "Che" Guevara), que foi composta por Caetano Veloso em seu tempo menos ególatra.
E isso é uma colagem unindo os versos dos dois autores sob um novo título. ~ PGCS