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07 fevereiro, 2022

Nadando contra o vento

Cachalotes aprenderam uns com outros a escapar dos arpões dos caçadores, diz estudo.
Os baleeiros do século XIX aparentemente sofreram alguns reveses, pois os cachalotes aprendiam uns com os outros a escapar de seus perseguidores humanos.
De acordo com o portal Live Science, os pesquisadores analisaram os diários de bordo mantidos pelos baleeiros durante incursões no Pacífico Norte na época e apontaram que "as taxas de sucesso dos caçadores diminuíram em 58% em apenas alguns anos".
"No início, as baleias reagiram à nova ameaça dos caçadores humanos exatamente da mesma forma que reagiam às orcas, que eram até então seus predadores exclusivos", disse Hal Whitehead, professor de biologia da Universidade Dalhousie, Canadá, e autor principal do estudo publicado na revista Biology Letters.
"[Os cachalotes] se reuniam na superfície, colocavam a cria no meio e tentavam se defender mordendo ou batendo com a cauda para baixo. Mas, quando se trata de se defender do capitão Ahab, essa é a pior coisa que eles poderiam fazer, pois se tornavam um alvo muito grande", comenta, em referência a um dos personagens de "Moby Dick", romance norte-americano de 1851.
A equipe de pesquisa concluiu que não só os cachalotes aprenderam a escapar dos arpões das embarcações à vela ao nadar contra o vento, mas também as baleias que não haviam encontrado caçadores humanos aprenderam a copiar o comportamento daquelas que se tinham deparado com humanos.

22 setembro, 2019

O Curador de Pássaros

Henry John de Suffren Disney nasceu em Watford, Inglaterra, em 22 de setembro de 1919. Quando criança, ele gostava de coletar espécimes e explorar o jardim de casa. Seus pais, que eram ambos naturalistas, encorajavam esse entusiasmo de Disney. Também era muito interessada em acampar e com o seu condicionamento físico, interesses que permaneceram com ele por toda a vida. [...]
O trabalho no Museu Australiano
Em 1961, com a independência da Tanzânia, o trabalho da Disney na África chegou ao fim. Em 1962, ele apresentou-se ao Museu Australiano para ser o novo Curador dos Pássaros, um cargo vago com a partida de Allen Keast. Disney foi a última pessoa a receber o título de “Curador de Pássaros” no Museu.
Quando Disney começou a trabalhar no Museu, descobriu que a coleção de pássaros e os registros mantidos sobre eles eram muito limitados. A reorganização e a expansão dessa coleção foram prioridades durante os primeiros cinco anos do seu tempo no Museu. Alguns de seus métodos para coletar informações sobre espécimes foram desenvolvidos em sua época na África, onde ele tinha começado a manter fichas de dados sobre os espécimes que ele coletava. Sempre meticuloso, Disney costumava fazer a sexagem das aves enquanto eram tratadas pelos preparadores do museu para garantir que fossem feitas corretamente.
Uma parte significativa da pesquisa de Disney foi feita no campo. Ele fez expedições em muitos locais na Austrália, incluindo o Deserto Simpson, as florestas de Queensland e a Ilha Norfolk. Muitas dessas expedições eram exigentes fisicamente e Disney praticava judô em seu tempo livre para se manter em forma. Em um exemplo, em Lord Howe Island, ele caiu de um pequeno penhasco, mas evitou ferimentos graves ao dar uma cambalhota.
De vez em quando, Disney capturava espécimes para outros departamentos ou viajava com pesquisadores de outras disciplinas. Em uma expedição com o Curador de Mamíferos Basil Marlow houve uma discussão entre os dois que atingiu o clímax. Disney sustentou que Marlow inadvertidamente se moveu ao alcance do tiro, enquanto ele disparava em um pássaro em voo, e pegou a bala. Felizmente, como Disney trabalhava com pássaros pequenos, as balas eram proporcionalmente pequenas e Basil se feriu pouco. Em outra ocasião, Disney atirou em uma borboleta que ele sabia que o entomologista Courtenay Smithers queria um exemplar. O corpo da borboleta foi destruído, mas as asas ficaram intactas e, como Disney observou, essa era a única parte da borboleta que Smithers precisava examinar.


Sem juizo de mérito
Caçadores no século 19 defendiam a caça como a única maneira de identificar espécies que de outra forma permaneceriam desconhecidas.
Dizia-se: "What’s hit is history, what’s missed is mystery".

15 junho, 2017

Uma técnica de caça usada por crocodilos

Algumas espécies de aves como garças fazem seus ninhos em árvores que crescem em lagoas onde há um grande número de crocodilos ou jacarés. Possivelmente para evitar a escalada das árvores por predadores de ninhos como cobras e macacos.
Estariam as garças contando com os crocodilos para protegê-los?
Ora, de vez em quando, eles podem querer um pássaro saboroso para o almoço!

No Madras Crocodile Bank, Vladimir Dinets observou  crocodilos agressivos (Crocodylus palustris) que ficavam submersos por longas horas com paus equilibrados em seus focinhos. Mais tarde, ele resolveu investigar na Flórida a possibilidade deste comportamento em jacarés americanos (Alligator mississippiensis).
Ele constatou que os jacarés americanos também usavam galhos e paus para atrair as aves, especialmente durante a época de construção dos ninhos.
http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/03949370.2013.858276

21 janeiro, 2015

ABDUZIDO

É uma curta de animação sobre o que acontece quando alguém vai à caça de patos.



N. do E.
ABDUCKTED = faz trocadilho em inglês com abducted (abuzido), além de incorporar a palavra duck (pato).

17 outubro, 2014

Black heron

Que é isso?

Uma cegonha preta.
Este pássaro ao caçar abre as asas para aumentar a sombra que faz no pântano. Assim fica melhor para localizar as presas.

20 fevereiro, 2014

Latindo para a árvore errada


Do inglês: "barking up the wrong tree".
A origem desta expressão idiomática vem da caça a animais usando cães, onde o animal caçado sobe em uma árvore e o cão, equivocadamente, passa a latir para a árvore errada.
Significa confundir o objetivo ou usar o método errado para alcançá-lo.

13 janeiro, 2013

Caça à raposa

Como era tradicionalmente realizada - com cães e raposa de verdade - essa caça foi tornada ilegal na Grã-Bretanha, desde 2005. Contudo, os saudosistas do nobre esporte bretão já podem retornar à floresta  para "matar o bicho".
É que uma empresa do ramo do Paintball agora oferece um sucedâneo legal, para grupos de até 10 pessoas que queiram pagar £ 400 para caçar um homem vestido de raposa.

newslite.tv

VÍDEO

Bônus
Música CAÇA À RAPOSA c/ João Bosco