Tristão da Cunha (em inglês: Tristan da Cunha) é um arquipélago localizado no sul do Oceano Atlântico. É um dos três constituintes do território ultramarino britânico de Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha.
O Arquipélago de Tristão da Cunha é o território habitado mais remoto do mundo, sendo que a ilha principal do arquipélago (Ilha de Tristão da Cunha) é rodeada por penhascos com mais de 600 metros de altura.
No continente, a cidade mais próxima de Tristão da Cunha é a Cidade do Cabo, na África do Sul, que fica localizada a 2 800 km ao leste.
O arquipélago foi descoberto em 1506 pelo navegador português Tristão da Cunha, que deu o seu nome à ilha, mas que não pôde atracar devido aos penhascos. Tristão da Cunha foi mais tarde anglicizado para Tristan da Cunha, nome oficial da ilha em todas as línguas, excetuando-se o português.
Em 1815, os britânicos anexaram as ilhas, sobretudo como medida para assegurar que os franceses não as usassem como base para uma operação de resgate a Napoleão Bonaparte de sua prisão em Santa Helena.
A população de 251 cidadãos da ilha de Tristão da Cunha partilha de apenas nove sobrenomes, constituindo no total 80 famílias. Existem alguns problemas de saúde devido à endogamia, como consequência do casamento entre casais com grau de parentesco próximo.
O arquipélago não possui aeroporto, possuindo apenas um pequeno porto pesqueiro.
A economia de Tristão da Cunha baseia-se na tradicional agricultura de subsistência e pesca para fornecer aos ilhéus sua própria alimentação. Lucros estrangeiros vêm da pesca da lagosta e da venda de selos e moedas. (Wikipédia)
No final do século XX, o atual rei Charles do Reino Unido (então, principe de Gales), por ocasiãoo da inauguração da Ponte Vasco da Gama em Lisboa, visitou uma pequena Capela nas imediações da ponte em Alcochete, onde estão depositados os restos mortais dos ancestrais de Tristão da Cunha, a fim de homenagear o notável navegador do século XVI, muito admirado pelo povo britânico.
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28 abril, 2025
25 outubro, 2010
Testando uma tinta invisível
O MI6, serviço secreto de inteligência do governo britânico, testou durante a Primeira Guerra Mundial o uso de esperma humano como tinta invisível para enviar mensagens sensíveis durante o conflito.
De acordo com o historiador inglês Keith Jeffery, que teve acesso aos arquivos do serviço secreto para escrever o livro "MI6: The History of the Secret Intelligence Service 1909-1949", um relato existente no diário de um funcionário da agência indicou que essas experiências de fato aconteceram.
Em junho de 1915, Walter Kirke, representante da inteligência militar britânica na França, escreveu que o primeiro chefe do MI6, Mansfield Cumming, estava fazendo pesquisas sobre tinta invisível na Universidade de Londres. Em outubro, ele anotou que havia ouvido dele que "a melhor tinta invisível é o esperma".
Ainda segundo o relato de Kirke, o esperma não reagia aos principais métodos de detecção de tinta invisível utilizados à época. E apresentava a vantagem de ser um material facilmente disponível para os agentes do serviço secreto.
O MI6 é o mesmo órgão que depois ganhou fama por conta de um personagem fictício, James Bond, o agente 007.
24 janeiro, 2010
A Aventura do Inglês
The Adventure of English, um DVD duplo e legendado,
escrito, apresentado e produzido por Melvyn Bragg
É uma bela história da aventura desse idioma que, mesmo em ocasiões havendo estado próximo da extinção, conseguiu sobreviver e triunfar mercê de sua surpreendente flexibilidade.
Agradeço o colega Nelson Cunha por me ter presenteado com esse documentário.
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