Mostrando postagens com marcador tango. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tango. Mostrar todas as postagens

10 julho, 2022

CAFÉ 1930, de Astor Piazzola

Precisamos falar de Marco Pereira.

Aqui o violonista brasileiro se apresenta com a super-craque violinista Priscila Plata Rato, graduada em Música pela UFRJ e com passagens por orquestras sinfônicas brasileiras.


Bordello, 1900: O tango teve origem em Buenos Aires em 1882. Foi tocado pela primeira vez ao violão e flauta. Os arranjos passaram a incluir o piano e, mais tarde, a concertina. Esta música é cheia de graça e vivacidade. Ele retrata a conversa bem-humorada das mulheres francesas, italianas e espanholas que povoavam aqueles bordéis enquanto provocavam os policiais, ladrões e marinheiros que vinham vê-los. É um tango animado.
Café, 1930: Esta é outra era do tango. As pessoas pararam de dançar como em 1900, preferindo simplesmente ouvir. Tornou-se mais musical e mais romântico. Este tango sofreu uma transformação total: os movimentos são mais lentos, com harmonias novas e muitas vezes melancólicas. As orquestras de tango passam a consistir em dois violinos, duas concertinas, um piano e um baixo. O tango às vezes também é cantado.
Night Club, 1960: Esta é uma época de rápida expansão do intercâmbio internacional, e o tango evolui novamente com a união do Brasil e da Argentina em Buenos Aires. A bossa nova e o novo tango movem-se no mesmo ritmo. O público corre para as casas noturnas para ouvir com atenção o novo tango. Isso marca uma revolução e uma alteração profunda em algumas das formas originais do tango.
Concerto moderno: Certos conceitos na música de tango se entrelaçam com a música moderna. Bartok, Stravinsky e outros compositores rememoram a melodia do tango. Este é o tango de hoje e também o tango do futuro.

Histoire du Tango

16 maio, 2021

"Libertango", por The Swingles

"Libertango", do compositor Astor Piazzolla, foi por ele gravado em maio de 1974, no Mondial Sound Studio, em Milão (Itália). O título une as palavras "libertad" ("liberdade", em espanhol) e "tango", marcando a decolagem de Piazzolla do tango clássico para o novo tango.



Por quase 60 anos, os Swingles expandiram os limites da música vocal, movidos pelo mesmo espírito inovador daqueles que, desde a década de 1960, foram por cinco vezes vencedores do Grammy®.

Arquivo: "Adios Nonino"

27 janeiro, 2008

“Adios Nonino”

Lindíssima música de Astor Piazzola (1921 – 1992) aqui tocada por seu Quinteto, com Piazzola ao bandoneón. Pelas circunstâncias em que foi composta (morte recente do pai, a quem Piazzola dedicou esta música), "Adios Nonino" transmite ao ouvinte uma densa carga emotiva. E, ao lado de "Libertango" e "Balada para um loco", está entre as composições mais conhecidas e interpretadas do maestro argentino.
Todavia, as suas músicas nem sempre foram bem recebidas nos redutos dos tangueros tradicionais. A estes críticos, Astor Piazzola dizia que compunha "música contemporânea de Buenos Aires". Com a qual, porém, obteve o reconhecimento público de haver sido, na segunda metade do século XX, o grande inovador do tango argentino.
Dentre os amigos que teve no Brasil, podemos citar o poeta Vinicius de Morais e o maestro Tom Jobim (com quem Piazzola chegou a tocar).

(vídeo incorporado em 04/12/2020, substituindo outro)