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19 maio, 2022

Princípio de Pareto

Formulado nos anos 1950 pelo engenheiro e especialista em controle de qualidade americano Joseph Moses Juran, o Princípio de Pareto diz que, para muitos fenômenos, 80% das consequências advêm de 20% das causas, o que também é conhecido como Regra dos 80/20. (*) Seu nome é uma homenagem ao economista italiano Vilfredo Pareto (1848 - 1923), que no fim do século 19 observou que 80% das terras da Itália eram de propriedade de apenas 20% da população do país.
Em 1897, Pareto estava mexendo em seu jardim, quando fez uma descoberta interessante. Ele percebeu que aproximadamente 80% das ervilhas eram produzidas por 20% das vagens. Pareto tinha uma mente matemática. Ao contrário de muitos economistas da época, suas publicações científicas e livros eram preenchidos com equações. E as ervilhas colocaram seu cérebro matemático para funcionar.
E se esta distribuição também estivesse presente em outras áreas da vida?
Na época, Pareto também estudou a distribuição de riqueza em vários países europeus. Como era italiano, ele começou seus estudos analisando a distribuição de renda na Itália. Para sua surpresa, ele descobriu que aproximadamente 80% das terras na Itália eram propriedade de apenas 20% da população. De maneira similar às vagens no seu jardim, a maior parte dos recursos era controlada por uma pequena porção das pessoas.


Pareto então seguiu a sua análise com outros países, e em pouco tempo um padrão similar começou a ser observado.

Em engenharia de software, Lowell Arthur expressou um corolário: "20% do código contém 80% dos erros. Encontre-os e conserte-os."Por exemplo, a Microsoft notou que, ao corrigir os primeiros 20% dos bugs mais relatados, 80% dos erros e panes relacionadas em um dado sistema seriam eliminados.(WIKI)

A seguir, mais alguns fatos que ilustram o Princípio de Pareto:
80% do total de vendas estão relacionados com 20% dos produtos;
80% dos lucros estão relacionados com 20% dos clientes;
80% dos acidentes de trânsito são causados por 20% dos motoristas;
80% dos recursos de saúde são utilizados por 20% dos pacientes;
80% dos usuários de computador usam apenas 20% dos recursos disponíveis;
80% do tempo estamos usando 20% de nossas roupas;
80% das pessoas preferem 20% dos sabores ou cores disponíveis;
80% dos resultados são obtidos por 20% dos funcionários.
80% dos novos casos de Covid-19 têm como origem 20% dos infectados (negacionistas).
80% das mortes em terremotos são causadas por 20% dos grandes abalos sísmicos.
(*) Na realidade, quando dois conjuntos de dados relativos a causa e efeito são relacionados e examinados, o resultado mais esperado é que exista um padrão de desigualdade. Esse padrão pode ser 65/35, 70/30, 75/25, 80/20, 99/1, ou qualquer outro número entre eles. Na realidade, eles nem mesmo precisam somar 100.

06 junho, 2020

Eu, 72

A idade é um número, não uma sentença de morte.

Toda a vida é vivida à sombra de sua própria finitude, da qual estamos sempre conscientes - uma consciência que sistematicamente embotamos através da distração diária da vida. Mas quando essa finitude é iminente, de repente alguém se depara com uma consciência tão aguda que não deixa outra opção a não ser preencher a sombra com a luz que um ser humano pode gerar - o tipo de iluminação interna que chamamos de significado: o sentido da vida.

Deixando a filosofice para lá. Sou eu um investimento que vale a pena?
Se meu pai fosse vivo (ele era advogado e contador) poderia fazer com correção os cálculos. Na ausência dele, utilizo-me da regra dos 72.
Essa regra é usada na área de finanças para fazer uma estimativa de quanto tempo — medido em anos — determinado valor de capital demora para ser duplicado, considerando determinada taxa de juros anual.
Não interessa o valor do capital (a regra é só para fornecer o tempo em que o valor dobra).
Seu cálculo é feito da seguinte forma:
72/taxa de juros da aplicação = anos para o patrimônio duplicar.
Supondo-se que eu seja um investimento com a rentabilidade da caderneta de poupança (4,34% em 2019). Logo, para que meu valor dobre, será necessário um período de:
72/4,34 = 16,6 anos ou 16 anos e 7 meses.
O problema é que eu não tenho um fundo garantidor como  a caderneta.

No Preblog: ANIVERSÁRIO
Saiba por que presentear com dinheiro é o modo de não se equivocar jamais.

09 dezembro, 2015

A regra da lapela

Encontre a gravata perfeita para seu terno
A parte mais larga da gravata deve ter a mesma largura da parte mais larga da lapela do terno. Esta é a regra da lapela.

Lifehacker
Eu não sabia. Que outras regras que eu devo saber? (John Walkenbach)

08 agosto, 2015

A regra da igualdade

A regra da igualdade não consiste senão em aquinhoar desi­gualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desi­gualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho e da loucura. Os apetites humanos conceberam inverter a norma universal da criação, pretendendo, não dar a cada um na razão do que vale, mas atribuir o mesmo a todos como se todos se equiva­lessem.

Rui Barbosa

03 maio, 2010

O que as escolas não ensinam

O reitor de uma universidade do sul da Califórnia enviou um e-mail para a Microsoft, convidando Bill Gates a fazer um discurso de formatura, e, para sua surpresa, ele aceitou o convite. Esperava-se que o dono da Microsoft fizesse um longo discurso, mas ele foi extremamente lacônico. Falou durante cerca de 5 minutos, subiu em seu helicóptero e foi embora. Afinal, o homem mais rico do mundo não tem tempo para desperdiçar em demoradas solenidades de formatura.
A seguir, eis as 11 regras que ele compartilhou com os formandos naquela ocasião:
Regra 1: A vida não é fácil. Acostume-se com isso.
Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa de útil antes de aceitá-lo.
Regra 3: Você não vai ganhar vinte mil dólares por mês assim que sair da faculdade. Você não será vice-presidente de uma grande empresa, com um carrão e um telefone à sua disposição, antes que você mesmo tenha conseguido comprar seu próprio carro e ter seu próprio telefone.
Regra 4: Se você acha que seu pai ou seu professor são rudes, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seu avós tinham uma palavra diferente para isso. Eles chamavam isso de “oportunidade”
Regra 6: Se você fracassar não ache que a culpa é de seus pais. Não lamente seus erros, aprenda com eles.
Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por terem de pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então, antes de tentar salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente arrumar o seu próprio quarto.
Regra 8: Sua escola pode ter criado trabalhos em grupo para melhorar suas notas e eliminar a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em muitas escolas você repete o ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente nada na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA! Faça certo da primeira vez!
Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre férias de verão e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
Regra 10: Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
Regra 11: Seja legal com os CDFs – aqueles colegas que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.
Post sugerido por Nelson Cunha. Ver também uma versão Slideshare.