A idade é um número, não uma sentença de morte.
Toda a vida é vivida à sombra de sua própria finitude, da qual estamos sempre conscientes - uma consciência que sistematicamente embotamos através da distração diária da vida. Mas quando essa finitude é iminente, de repente alguém se depara com uma consciência tão aguda que não deixa outra opção a não ser preencher a sombra com a luz que um ser humano pode gerar - o tipo de iluminação interna que chamamos de significado: o sentido da vida.
Deixando a filosofice para lá. Sou eu um investimento que vale a pena?
Se meu pai fosse vivo (ele era advogado e contador) poderia fazer com correção os cálculos. Na ausência dele, utilizo-me da regra dos 72.
Essa regra é usada na área de finanças para fazer uma estimativa de quanto tempo — medido em anos — determinado valor de capital demora para ser duplicado, considerando determinada taxa de juros anual.
Não interessa o valor do capital (a regra é só para fornecer o tempo em que o valor dobra).
Seu cálculo é feito da seguinte forma:
72/taxa de juros da aplicação = anos para o patrimônio duplicar.
Supondo-se que eu seja um investimento com a rentabilidade da caderneta de poupança (4,34% em 2019). Logo, para que meu valor dobre, será necessário um período de:
72/4,34 = 16,6 anos ou 16 anos e 7 meses.
O problema é que eu não tenho um fundo garantidor como a caderneta.
No Preblog: ANIVERSÁRIO
Saiba por que presentear com dinheiro é o modo de não se equivocar jamais.
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06 junho, 2020
24 maio, 2013
Aumento da garantia para os depósitos bancários
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o aumento da cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), de R$ 70 mil para R$ 250 mil, conforme informou nesta quinta-feira (23) o Banco Central do Brasil.
O FGC funciona assim: se o banco onde a pessoa física ou jurídica depositou a grana falir, o titular receberá, agora, até R$ 250 mil do valor que mantinha em sua conta.
Segundo nota divulgada pelo Banco Central, "o aumento da garantia visa a proporcionar maior segurança aos depositantes e aos demais credores das instituições financeiras, alinhando-se esse novo valor aos limites praticados em países de economias similares à do Brasil".
O FGC funciona assim: se o banco onde a pessoa física ou jurídica depositou a grana falir, o titular receberá, agora, até R$ 250 mil do valor que mantinha em sua conta.
Segundo nota divulgada pelo Banco Central, "o aumento da garantia visa a proporcionar maior segurança aos depositantes e aos demais credores das instituições financeiras, alinhando-se esse novo valor aos limites praticados em países de economias similares à do Brasil".
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