Começará "oficialmente" em 1.º de junho, atingirá o clíMAX em 10 de setembro e terminará em 30 de novembro.
Abaixo estão os nomes dos furacões da temporada de 2020.
A Organização Meteorológica Mundial é responsável pela seleção dos nomes. Alternam-se nomes masculinos e femininos, listados alfabeticamente e em ordem cronológica, começando com A e omitindo Q, U, X, Y e Z.
Se forem necessários mais de 21 nomes durante a temporada, o alfabeto grego surfará nas ondas.
Space Coast Daily
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07 março, 2020
19 setembro, 2017
Como são escolhidos os nomes dos furacões
Na temporada de furacões – entre junho e novembro (para o Caribe) – sempre se pergunta, por que são usados nomes de pessoas para designar esses fenômenos meteorológicos.
A resposta é mais simples do que parece: além de facilitar a divulgação dos alertas e avisos para a população (protocolos de evacuação, medidas de segurança etc.), a adoção de nome para esses fenômenos meteorológicos é importante para reduzir os sofrimentos e perdas humanas que eles causam. O site oficial da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (a NOAA, na sigla em inglês) explica que, sem essas designações, a população local poderia ficar confusa. E as consequências seriam ainda mais sérias, principalmente no caso de furacões simultâneos no tempo ou numa região (vide imagem).
Como os nomes são escolhidos?
O livro "Furacões", de Ivan Tannehill, é citado como referência na história dos nomes dos furacões pelo NOAA. Segundo ele, no século XIX os furacões eram "batizados" em função do dia de santos católicos. Exemplos: o furacão Santa Ana, que devastou Porto Rico em 26 de julho de 1825, e o São Filipe, que atingiu a mesma região em 13 de setembro de 1876.
Atualmente, a definição dos nomes é feita pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), na Suíça, uma agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). A OMM mantém uma lista com 21 nomes selecionados de nomes previamente enviados por entidades oficiais regionais. Essa lista, em ordem alfabética, alterna nomes masculinos e femininos. Um comitê de membros da Organização reavalia e acrescenta novos nomes para substituir os que foram "arquivados" e, a cada seis anos, uma nova lista é elaborada.
Nomes de furacões que causaram grandes tragédias não voltam a ser usados. Portanto, não haverá outro Katrina, o nome do furacão responsável pela tragédia de Nova Orleans em 2005. Nem outro Irma, assim espero.
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A resposta é mais simples do que parece: além de facilitar a divulgação dos alertas e avisos para a população (protocolos de evacuação, medidas de segurança etc.), a adoção de nome para esses fenômenos meteorológicos é importante para reduzir os sofrimentos e perdas humanas que eles causam. O site oficial da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (a NOAA, na sigla em inglês) explica que, sem essas designações, a população local poderia ficar confusa. E as consequências seriam ainda mais sérias, principalmente no caso de furacões simultâneos no tempo ou numa região (vide imagem).
Como os nomes são escolhidos?
O livro "Furacões", de Ivan Tannehill, é citado como referência na história dos nomes dos furacões pelo NOAA. Segundo ele, no século XIX os furacões eram "batizados" em função do dia de santos católicos. Exemplos: o furacão Santa Ana, que devastou Porto Rico em 26 de julho de 1825, e o São Filipe, que atingiu a mesma região em 13 de setembro de 1876.
Atualmente, a definição dos nomes é feita pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), na Suíça, uma agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). A OMM mantém uma lista com 21 nomes selecionados de nomes previamente enviados por entidades oficiais regionais. Essa lista, em ordem alfabética, alterna nomes masculinos e femininos. Um comitê de membros da Organização reavalia e acrescenta novos nomes para substituir os que foram "arquivados" e, a cada seis anos, uma nova lista é elaborada.
Nomes de furacões que causaram grandes tragédias não voltam a ser usados. Portanto, não haverá outro Katrina, o nome do furacão responsável pela tragédia de Nova Orleans em 2005. Nem outro Irma, assim espero.
Fonte: Agência Brasil
27/08/2020 - Atualizando ...
Está em curso a temporada 2020 de furacões no Atlântico Norte.
A lista da Organização Meteorológica Mundial com os nomes dos furacões (21) é repetida a cada 6 anos.
2014 = 2020
Laura é o 12.º da atual sequência.
Quando o furacão é extremamente destrutivo o nome é retirado da lista.
Está em curso a temporada 2020 de furacões no Atlântico Norte.
A lista da Organização Meteorológica Mundial com os nomes dos furacões (21) é repetida a cada 6 anos.
2014 = 2020
Laura é o 12.º da atual sequência.
Quando o furacão é extremamente destrutivo o nome é retirado da lista.
Fonte: Conexão Geoclima
09 setembro, 2017
Escalas para terremotos e furacões
"... E uma informação que acaba de chegar: o furacão Irma voltou para nível 5, a categoria máxima na escala Richter."
Vídeo G1 ao vivo, 09/09/17, 8:00
(http://g1.globo.com/mundo/ao-vivo/furacao-irma.ghtml)
Ooops! O que é a escala Richter
É uma escala logarítmica arbitrária, de base 10, utilizada para quantificar a magnitude local de um sismo. Para acomodar a enorme variação na quantidade de energia que se liberta em sismos, a escala de Richter, tal como a escala de magnitude estelar usada em astronomia para descrever o brilho das estrelas e de outros objetos celestes, recorre a uma escala logarítmica. O logaritmo incorporado na escala faz com que os valores atribuídos a cada nível aumentem de forma logarítmica, e não de forma linear, evitando os grandes valores que daí resultariam. Em consequência, um sismo a que seja atribuída magnitude 5,0 na escala de Richter tem uma amplitude sísmica 10 vezes maior do que um de magnitude 4,0. e uma diferença de três pontos na escala corresponde a um aumento de 1000 vezes na amplitude do sismo.
Para medir a intensidade de um furacão, utiliza-se da escala de Saffir-Simpson, que leva em consideração a velocidade dos ventos, a elevação do nível do mar e a redução da pressão atmosférica. Esta escala vai de DT (depressão tropical) a nível 5, sendo 5 (a categoria do furacão Irma por ocasião da reportagem acima) o nível mais devastador.
Conclusão: «uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa».
Vídeo G1 ao vivo, 09/09/17, 8:00
(http://g1.globo.com/mundo/ao-vivo/furacao-irma.ghtml)
Ooops! O que é a escala Richter
É uma escala logarítmica arbitrária, de base 10, utilizada para quantificar a magnitude local de um sismo. Para acomodar a enorme variação na quantidade de energia que se liberta em sismos, a escala de Richter, tal como a escala de magnitude estelar usada em astronomia para descrever o brilho das estrelas e de outros objetos celestes, recorre a uma escala logarítmica. O logaritmo incorporado na escala faz com que os valores atribuídos a cada nível aumentem de forma logarítmica, e não de forma linear, evitando os grandes valores que daí resultariam. Em consequência, um sismo a que seja atribuída magnitude 5,0 na escala de Richter tem uma amplitude sísmica 10 vezes maior do que um de magnitude 4,0. e uma diferença de três pontos na escala corresponde a um aumento de 1000 vezes na amplitude do sismo.
Para medir a intensidade de um furacão, utiliza-se da escala de Saffir-Simpson, que leva em consideração a velocidade dos ventos, a elevação do nível do mar e a redução da pressão atmosférica. Esta escala vai de DT (depressão tropical) a nível 5, sendo 5 (a categoria do furacão Irma por ocasião da reportagem acima) o nível mais devastador.
Conclusão: «uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa».
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