Mostrando postagens com marcador canibalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador canibalismo. Mostrar todas as postagens

12 janeiro, 2023

O canibalismo sexual da viúva negra

As aranhas viúvas negras ganharam este nome porque os cientistas testemunharam fêmeas da referida espécie comendo seus companheiros após a cópula. Como uma pesquisa com a aranha vermelha, mostrou que as fêmeas canibalizam seus parceiros em cerca de 2% das vezes, os especialistas suspeitam que as viúvas negras americanas apresentem taxas semelhantes.

O comportamento canibal das viúvas foi observado pela primeira vez em laboratório, onde os machos não tinham para onde fugir de suas contrapartes maiores e mais famintas. Mas, no habitat natural das aranhas, os machos têm melhores oportunidades de escapar.

Viúvas negras do sexo masculino também dispõem de estratégias para evitar os encontros sexuais mais arriscados. Ao identificarem pelos ferormônios as fêmeas que estão dispostas a sacrificá-los no altar de Afrodite, então guardam uma distância prudencial com relação a elas.

Outras adotam uma abordagem algo agressiva. Como a viúva marrom e a aranha vermelha que usam, por vezes, um processo chamado de "inseminação traumática". Se um macho encontra uma fêmea jovem em condição de reproduzir, ele realiza o acasalamento perfurando a carapaça. 

Esta prática de "cortar caminho" não parece causar danos permanentes às aranhas fêmeas e dá aos machos a chance de transmitir seus genes. Sem eles terem sido devorados.

Extraído de: Eight Fun Facts About Black Widows, Smithsonian Magazine

16 novembro, 2015

Mutuamente chocados

Tenha cuidado com convites para jantar com pessoas que você não conhece bem, pois você pode estar no menu.
Quando os conquistadores espanhóis marcharam sobre o México, no século 16, eles ficaram chocados com o que o povo asteca vinha fazendo. Como parte de suas cerimônias religiosas, os astecas sacrificavam seres humanos a seus deuses. As vítimas tinham uma morte terrível, com o coração sendo arrancado do peito para ser ofertado a eles. E as demais partes das vítimas, o que tem sido pouco mencionado, eram passadas aos representantes do alto escalão para serem comidas. Apenas no período 1486-1487, estimam os historiadores, mais de 20 mil pessoas foram sacrificadas e consumidas.
Por sua vez, os astecas também ficaram chocados ao descobrirem o que os espanhóis eram capazes de fazer.
Ver também: A "palestra motivacional" de Cortés.