Nós não paramos de ouvir falar sobre eles, mas os antigos textos religiosos indianos mostram esquemas geométricos com características que podem ser consideradas típicas de uma "cultura algorítmica" rudimentar.
elpais/tendencias (vídeo)
Imagine o trabalho de um recepcionista de cinema, ele deve conferir os bilhetes e direcionar o cliente para a sala correta. Além disso, se o cliente estiver 30 minutos adiantado o recepcionista deve informar que a sala do filme ainda não está aberta. E quando o cliente estiver 30 minutos atrasado o recepcionista deve informar que a entrada não é mais permitida. É importante notar que o algoritmo tem um fluxo que pode seguir diferentes caminhos dependendo da situação em que se encontra. Outro aspecto interessante é que o algoritmo é finito, uma hora ele tem que acabar! (Gustavo Furtado, mestre em computação aplicada pelo INPE)
Algoritmo Recepcionista de Cinema
Inicio
1 - Solicitar ao cliente o bilhete do filme.
2 - Conferir a data e o horário do filme no bilhete.
Se data/hora atual maior que data/hora do filme + 30 minutos Então
3 - Informar ao cliente que o tempo limite para entrada foi excedido.
4 - Não permitir a entrada.
Senão Se data/hora atual menor que data/hora do filme - 30 minutos Então
5 - Informar ao cliente que a sala do filme ainda não foi liberada para entrada.
6 - Não permitir a entrada.
Senão
7 - Permitir a entrada.
8 - Indicar ao cliente onde fica a sala do filme.
Fim - Se
Fim
Mostrando postagens com marcador algoritmo. Mostrar todas as postagens
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25 dezembro, 2019
11 abril, 2019
A primeira imagem de um buraco negro
O Event Horizon 'Scope (Telescópio do Horizonte de Eventos) é uma colaboração internacional criada com o objetivo de capturar a primeira imagem de um buraco negro por meio de um telescópio do tamanho da Terra. A equipe de @ehtelescope construiu este telescópio virtual ligando pratos de rádio ao redor do mundo. Em abril de 2017, todos eles giraram para olhar para o buraco negro supermassivo no centro de Messier 87, uma galáxia na constelação de Virgem.Esta é a primeira imagem direta de um buraco negro através do Telescópio do Horizonte de Eventos.
Criar esta imagem requer mais dados do que qualquer outro experimento científico na história da humanidade.
Como eles fizeram isso?
Até hoje a maioria das medições de buracos negros tem sido de forma indireta.
No meio de galáxias, estrelas parecem girar em torno de algo - algo que exerce um tremendo poder de atração.
Os cientistas previram que essa coisa seria um buraco negro.
Os astrônomos também viram enormes jatos de matéria provenientes dos centros de galáxias.
Às vezes, eles são muito maiores do que as próprias galáxias.
Os cientistas também previram que a única coisa que tem força suficiente para gerar este efeito são os buracos negros.
Ondas gravitacionais descobertas pelo Observatório Ligo, em 2015, forneceram a evidência mais direta dos buracos negros.
Mas a descoberta das ondas gravitacionais era uma espécie de segredo do buraco negro.
Os cientistas queriam ver isso.
Mas como você tira uma foto de um objeto preto em um fundo preto?
A resposta é: luz de fundo.
O material deve emitir radiação à medida que as temperaturas sobem ao girar na borda do buraco negro no horizonte de eventos.
Com um telescópio suficientemente grande, os cientistas seriam capazes de usar essa radiação como pano de fundo para ver uma silhueta do próprio buraco negro.
Mas era difícil.
Embora o buraco negro seja enorme e produza efeitos ao nível da galáxia.
No entanto, era muito difícil obter uma imagem com precisão suficiente.
Eles precisavam de um telescópio do tamanho da Terra, o que é obviamente impossível.
Eles começaram a trabalhar com o Telescópio do Horizonte de Eventos.
O que, na verdade, não é um único telescópio, mas uma rede de oito observatórios.
Espalhados ao redor do mundo - do Havaí à Antártida.
Cada observatório fornece um pequeno pedaço do quebra-cabeça.
Fazendo leituras frequentes com a Terra em rotação, eles podem capturar mais ângulos em cada telescópio.
Depois de ter peças suficientes do quebra-cabeça, algoritmos (*) podem preencher as lacunas e construir a imagem inteira.
Esse processo é chamado de interferometria.
Todas as noites cada observatório coletou a mesma quantidade de dados que o Grande Colisor Hadron dentro de um ano.
Levou dois anos para reuni-los.
Nesta foto podemos ver pela primeira vez um buraco negro. Mas é mais do que uma foto.
Ela fornece uma réplica para testes precisos com a relatividade geral.
E o que mais?
O que há por trás do horizonte de eventos, onde as leis da física desaparecem e não funcionam como as conhecemos.
É a primeira imagem direta de um buraco negro.
Na codificação de seus pixels pode haver respostas para perguntas sobre o universo inteiro.
(*) Três anos atrás, Katie Bouman, uma estudante de pós-graduação do MIT criou o algoritmo que possibilitou obter a primeira imagem (direta) de um buraco negro.
Ontem, essa imagem foi liberada.
22 julho, 2013
Sites de randomização
Número aleatório é, em Estatística, um número que pertence a uma série numérica e que não pode ser previsto a partir dos membros anteriores da série.
Talvez você já se perguntou como máquinas previsíveis como os computadores podem gerar aleatoriedade. Na realidade, os números aleatórios utilizados em programas de computador são pseudo-aleatórios, o que significa que eles são gerados de uma forma previsível usando uma fórmula matemática. Isso pode ser adequado para alguns propósitos, mas não para todos.
A geração de números aleatórios demanda fenômenos físicos (hardware). Exemplos de fenômenos que podem ser utilizados com essa finalidade: decaimento de núcleos radiativos (HotBits) e ruído atmosférico (Random.org).
O Random.org, como foi dito acima, oferece um serviço de números aleatórios em que a aleatoriedade vem do ruído atmosférico. Além de suas aplicações científicas, o serviço vem sendo utilizado para a realização de desenhos, loterias e sorteios, geração de chaves e ainda em música.
Talvez você já se perguntou como máquinas previsíveis como os computadores podem gerar aleatoriedade. Na realidade, os números aleatórios utilizados em programas de computador são pseudo-aleatórios, o que significa que eles são gerados de uma forma previsível usando uma fórmula matemática. Isso pode ser adequado para alguns propósitos, mas não para todos.
A geração de números aleatórios demanda fenômenos físicos (hardware). Exemplos de fenômenos que podem ser utilizados com essa finalidade: decaimento de núcleos radiativos (HotBits) e ruído atmosférico (Random.org).
O Random.org, como foi dito acima, oferece um serviço de números aleatórios em que a aleatoriedade vem do ruído atmosférico. Além de suas aplicações científicas, o serviço vem sendo utilizado para a realização de desenhos, loterias e sorteios, geração de chaves e ainda em música.
09 maio, 2011
05 abril, 2011
Prêmio para algoritmo
Heritage Provider Network, uma empresa sediada na Califórnia e voltada para a prestação de serviços de saúde, anuncia um prêmio de três milhões de dólares para o criador de um algoritmo que avalie as chances de uma pessoa estar doente nos próximos anos.
Nas palavras da Heritage, o prêmio irá para o desenvolvedor de um algoritmo inovador que, utilizando os dados conhecidos dos pacientes (questionários e prontuários médicos), possa prever e evitar as internações desnecessárias.
Os gastos com saúde são imensos no mundo todo. Segundo a empresa, 71 milhões de pessoas por ano são hospitalizadas nos EUA, com as internações desnecessárias respondendo anualmente por cerca de 30 bilhões de dólares em prejuízos para o país.
O lançamento do concurso aconteceu oficialmente ontem (4 de abril). E os participantes da competição receberão da empresa prêmios intermediários de vários milhares de dólares. Mas ainda não está claro se o algoritmo vencedor vai ser patenteado ou disponibilizado para a comunidade científica pela Heritage.
Nas palavras da Heritage, o prêmio irá para o desenvolvedor de um algoritmo inovador que, utilizando os dados conhecidos dos pacientes (questionários e prontuários médicos), possa prever e evitar as internações desnecessárias.
Os gastos com saúde são imensos no mundo todo. Segundo a empresa, 71 milhões de pessoas por ano são hospitalizadas nos EUA, com as internações desnecessárias respondendo anualmente por cerca de 30 bilhões de dólares em prejuízos para o país.
O lançamento do concurso aconteceu oficialmente ontem (4 de abril). E os participantes da competição receberão da empresa prêmios intermediários de vários milhares de dólares. Mas ainda não está claro se o algoritmo vencedor vai ser patenteado ou disponibilizado para a comunidade científica pela Heritage.
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