Tendo por objetivo ser um veículo de expressão dos moradores e profissionais da região que abrange os bairros do Cocó (onde se situa o Parque Ecológico do Cocó), Papicu, Dunas e Guararapes, (*) acaba de ser lançado o Jornal do PARQUE.
Feito numa linguagem simples e acessível, abordando questões de interesse dos moradores da região, como segurança e trânsito, além de questões relativas à saúde e à qualidade de vida, o Jornal do PARQUE também divulgará atividades artísticas e culturais e estará atento à questão ecológica, incentivando a relação saudável do progresso da região com a defesa do meio ambiente.
A edição impressa do jornal, que nicialmente sai com uma tiragem de cinco mil exemplares, terá periodicidade mensal e o seu conteúdo poderá ser também acessado no site (em construção) do órgão.
(*) O morador da região pode receber gratuitamente o seu exemplar do JP, bastando enviar nome e endereço completo para o e-mail: jp@marciogalvao.com.br
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27 julho, 2011
16 janeiro, 2008
Caminhando e aprendendo – 12
O UMARIZEIRO
Faz algum tempo que eu não atualizo esta seção. Mas, há alguns dias, em minha caminhada pelo Parque do Cocó encontrei o assunto que faltava. Ao me deparar com um solitário umarizeiro em pleno estado de floração. E a exibir, com seus cachos de flores amarelas, uma beleza que simplesmente me surpreendeu.
Situado na trilha principal do parque, num trecho em que há poucas árvores, costuma ser o umarizeiro um “oásis” pelos momentos de sombra que oferece aos caminhantes. Em decorrência de haver crescido no meio de uma trilha muito percorrida, justamente em sua parte mais ensolarada. Apesar de não passar de uma árvore de pequeno porte (pelo menos o exemplar que ora descrevo).
Em sua nova beleza, o umarizeiro estava a sediar uma convenção de besouros-do-cão. Aqueles besouros grandes, escuros, zunidores e que nos assustam pela mania de voar em nossa direção. E que são também chamados de mangangás (ou mangagás, os quais significam grandes, enormes) pela nossa gente.
Havia-os ali em grande número, voejando e zumbindo em torno da copa do umarizeiro. E eles pairavam, de instante a instante, sobre aqueles cachos de flores amarelas. Detive-me alguns minutos para apreciar o espetáculo, e também para fotografar árvore e besouros. Estes eram muitos, muitíssimos, alguns simplesmente enormes, porém eu não sentia medo algum.
Faz algum tempo que eu não atualizo esta seção. Mas, há alguns dias, em minha caminhada pelo Parque do Cocó encontrei o assunto que faltava. Ao me deparar com um solitário umarizeiro em pleno estado de floração. E a exibir, com seus cachos de flores amarelas, uma beleza que simplesmente me surpreendeu.
Situado na trilha principal do parque, num trecho em que há poucas árvores, costuma ser o umarizeiro um “oásis” pelos momentos de sombra que oferece aos caminhantes. Em decorrência de haver crescido no meio de uma trilha muito percorrida, justamente em sua parte mais ensolarada. Apesar de não passar de uma árvore de pequeno porte (pelo menos o exemplar que ora descrevo).
Em sua nova beleza, o umarizeiro estava a sediar uma convenção de besouros-do-cão. Aqueles besouros grandes, escuros, zunidores e que nos assustam pela mania de voar em nossa direção. E que são também chamados de mangangás (ou mangagás, os quais significam grandes, enormes) pela nossa gente.
Havia-os ali em grande número, voejando e zumbindo em torno da copa do umarizeiro. E eles pairavam, de instante a instante, sobre aqueles cachos de flores amarelas. Detive-me alguns minutos para apreciar o espetáculo, e também para fotografar árvore e besouros. Estes eram muitos, muitíssimos, alguns simplesmente enormes, porém eu não sentia medo algum.
02 agosto, 2007
26 novembro, 2006
Caminhando e aprendendo - 1
NENÚFARES
No Parque do Cocó onde gosto de fazer minhas caminhadas apareceram alguns nenúfares. São plantas aquáticas formadas por folhas flutuantes, entre as quais despontam botões que florescem, e que fazem de um recanto do mangue o seu novo habitat. Para o enlevo dos fortalezenses que circulam nas trilhas do parque.
Na natureza há muitas espécies de nenúfares. A mais famosa delas é a vitória-régia, nativa dos rios da bacia amazônica, cujas folhas alcançam dois metros de diâmetro. E dizem que uma delas é capaz de suportar o peso de uma pequena criança. Sem que ambas afundem.
Admito ser isso possível mas antes preciso de alguma prova. Uma foto que alguém me envie, por exemplo.
No Parque do Cocó onde gosto de fazer minhas caminhadas apareceram alguns nenúfares. São plantas aquáticas formadas por folhas flutuantes, entre as quais despontam botões que florescem, e que fazem de um recanto do mangue o seu novo habitat. Para o enlevo dos fortalezenses que circulam nas trilhas do parque.
Na natureza há muitas espécies de nenúfares. A mais famosa delas é a vitória-régia, nativa dos rios da bacia amazônica, cujas folhas alcançam dois metros de diâmetro. E dizem que uma delas é capaz de suportar o peso de uma pequena criança. Sem que ambas afundem.
Admito ser isso possível mas antes preciso de alguma prova. Uma foto que alguém me envie, por exemplo.
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