"Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio… pois, na segunda vez, o rio já não é o mesmo, tampouco o homem." Heráclito de Éfeso.
"Os rios atravessam nossas civilizações como fios em um colar de pérolas”, escreveu Olivia Laing. "Há um mistério nos rios que nos atrai, pois eles nascem de lugares escondidos e percorrem as rotas que nem sempre serão as mesmas."
"O tempo é um rio que me arrasta, mas eu sou o rio." JL Borges
"Os rios que atravessam uma cidade também atravessam a infância de quem cresce nela." Renata Rossi
"Rio, caminho que anda e vai resmungando talvez uma dor." Luís Antônio, em "Eu e o rio"
Em 1996, o geólogo da Universidade de Cambridge, Hans-Henrik Stølum, publicou um artigo anunciando sua descoberta surpreendente de que pi também impulsiona, sempre impulsiona, os caminhos sinuosos dos rios do mundo a continuarem seus meandros aparentemente caóticos — em um padrão matematicamente previsível. Sua simulação, usando dados empíricos e modelagem de dinâmica de fluidos, descobriu que os caminhos oscilantes dos rios — sua sinuosidade, calculada dividindo-se o comprimento real dos meandros do rio pelo comprimento da linha reta traçada da nascente ao mar — têm uma média de 3,14.
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