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10 outubro, 2014

Leis de Clarke

O escritor de ficção científica Arthur C. Clarke, autor de "2001 – Uma Odisseia no Espaço" (obra adaptada para o cinema por Stanley Kubrick), formulou três leis que tratam da relação entre o homem e a tecnologia. São elas:

  1. Quando um cientista distinto e experiente diz que algo é possível, é quase certo que ele tem razão. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente errado.
  2. O único caminho para desvendar os limites do possível é aventurar-se um pouco além dele, adentrando o impossível.
  3. Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia.

Inicialmente, era só uma lei, conhecida como a Lei de Clarke, proposta no ensaio "Hazards of Prophecy: The Failure of Imagination" (Perigo da Profecia: A Falha da Imaginação), do livro "Profiles of the Future: An Inquiry into the Limits of the Possible" (Perfis do Futuro: Um Inquérito dentro dos Limites do Possível), de 1962. Essa primeira lei vinha acompanhada de uma definição sobre o que seria a idade avançada:
"Em física, matemática e astronáutica, significa acima dos trinta anos. Em outras disciplinas, a decadência senil é por vezes adiada até os quarenta anos. Claro que existem gloriosas exceções; mas, como qualquer pesquisador recém saído da faculdade sabe, cientistas acima dos cinquenta só servem para reuniões de diretoria e devem ser mantidos fora do laboratório a qualquer custo."
Ver também:
Leis da Robótica (em número de três, que foram criadas por Isaac Asimov, amigo de Arthur C. Clarke e também escritor de ficção científica).
Uma discussão sobre a robótica (onde se discute uma quarta lei).

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