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02 março, 2013

O secador de cabelos

Uma senhora muito distinta estava em um avião vindo da Suíça. Vendo que estava sentada ao lado de um padre simpático, perguntou:
- Desculpe-me, padre, posso lhe pedir um favor?
- Claro, minha filha, o que posso fazer por você?
- É que eu comprei um novo secador de cabelo, sofisticado e muito caro. Eu realmente ultrapassei os limites da declaração e estou preocupada com a Alfândega. Será que o senhor poderia levá-lo debaixo de sua batina?
- Claro que posso, minha filha, mas você deve saber que eu não posso mentir!
- O senhor tem um rosto tão honesto, padre, que eu estou certa de que eles não vão lhe perguntar nada.
E lhe deu o secador.
O avião chegou a seu destino. Quando o padre se apresentou à Alfândega, lhe perguntaram:
- Padre, o senhor tem algo a declarar?
O padre prontamente respondeu:
- Do alto da minha cabeça até a faixa em minha cintura, eu não tenho nada a declarar, meu filho.
Achando a resposta estranha, o fiscal da Alfândega então perguntou:
- E da cintura para baixo, o que o senhor tem?
- Eu tenho um equipamento maravilhoso, de uso doméstico, destinado a mulheres, mas que nunca foi usado.
Caindo na risada, o fiscal exclamou:
- Pode passar, padre! O próximo...
A inteligência faz a diferença. Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
(enviada por Martinho Rodrigues)
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Quando secadores de cabelos pareciam com dispositivos de controlar a mente: Boing Boing

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